
Título: Musashi - Vol. 1
Autor: Eiji Yoshikawa
Sinopse: Musashi é o mais famoso romance épico japonês do século XX, com cerca de 120 milhões de exemplares vendidos no mundo. A história de Miyamoto Musashi, na vida real o grande samurai do Japão da época dos xoguns (século XVII), conta como um jovem selvagem e sanguinário adquire, ao longo de inúmeras lutas e constantes situações de grande perigo, as qualidades e a têmpera que o levariam a ser o maior e mais sábio de todos os guerreiros. É a primeira vez que se edita em português esta famosa obra, e trata-se da primeira tradução integral no Ocidente. O sucesso no Brasil também foi surpreendente, já tendo atingido a marca de 120.000 exemplares vendidos (os dois volumes), e a obra figurou durante semanas nas listas de mais vendidos do país (Veja, O Globo, Jornal do Brasil, Folha de S. Paulo e O Estado de S. Paulo).
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Musashi – Vol. 1”, de Eiji Yoshikawa, publicado pela editora Estação Liberdade, em 2019 e com 924 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Estação Liberdade
Páginas: 924
Ano: 2019
Edição: Literatura Estrangeira
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 857448007X
ISBN13: 9788574480077
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 1,298
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 4,50
Sobre a editora
Os livros da editora Estação Liberdade convidam o leitor a mergulhar em narrativas que exploram a memória, a identidade e as tensões sociais, muitas vezes em contextos históricos ou culturais específicos. O catálogo privilegia obras que transitam entre o romance sensível e a reflexão crítica, com personagens que enfrentam dilemas profundos, como a perda, a opressão ou a busca por sentido. A linguagem frequentemente alia um tom introspectivo a uma construção cuidadosa, que pode ser ao mesmo tempo densa e acessível, envolvendo temas como o impacto da guerra, a transição cultural e o questionamento da normalidade social. Há também espaço para textos que dialogam com a filosofia, a crítica literária e a biografia, ampliando o horizonte de leitura para públicos que apreciam tanto o narrativo quanto o ensaístico.
