
Título: Música Árabe: Expressividade e sutileza
Autor: Marcia Camasmie Dib
Sinopse: A música árabe é uma arte integrada com outras áreas do conhecimento e da existência. Ela tem o poder de atingir profundamente os sentimentos, e as pessoas respondem a ela com seus corpos e mentes. Neste livro, destinado tanto a leigos como a músicos e pesquisadores, Marcia Dib revela as concepções de mundo que levaram a música árabe a ser tão admirada, instigante e envolvente. Estão abordados temas como a concepção circular do tempo, o aprendizado baseado na oralidade, a importância da memória e da palavra, e a atuação dos sons sobre os seres humanos. São claramente descritas também as principais características melódicas e rítmicas da música árabe: o sistema modal, a formação das escalas, a afinação, os paralelos entre o ritmo e a palavra, e a relação com o tempo e o silêncio. Trazendo uma valiosa contribuição para este que é um tema ainda inédito no mercado editorial brasileiro, Música Árabe: expressividade e sutileza é uma iniciativa importante e bem vinda.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Música Árabe: Expressividade e sutileza”, de Marcia Camasmie Dib, publicado pela editora Edições Loyola, em 2013 e com 230 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Edições Loyola
Páginas: 230
Ano: 2013
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN: 8591518705
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Edições Loyola convidam o leitor a uma imersão em temas ligados à filosofia, teologia e espiritualidade, com abordagens que transitam entre o rigor acadêmico e a linguagem acessível. O catálogo privilegia obras que exploram a reflexão ética, a experiência religiosa e o pensamento crítico, muitas vezes ancorados em tradições cristãs e no diálogo com a cultura contemporânea. A leitura desses textos costuma exigir atenção ao desenvolvimento de argumentos densos, mas é também marcada por momentos de clareza didática e por um tom contemplativo. Há obras que apresentam compêndios clássicos, como tratados teológicos, e outras que adotam um estilo quase poético para discutir a condição humana e a fé.
