
Título: MÚSICA SUBTERRÂNEA
Autor: Amirthanayagam Indran
Sinopse: O poeta americano INDRAN AMIRTHANAYAGAM (descendente de pais do Srilanka, antigo Ceilão para os portugueses), criou-se num ambiente de poesia jorrante por todos os lados. Do seu pai, além da influência, vieram as amizades com os grandes próceres da Beat Generation, como Allan Ginsberg e outros mais. Seu amor pela poesia já veio do próprio DNA, da convivência cotidiana com as múltiplas leituras de autores fundantes da literatura universal e da constante interação com as grandes vozes poéticas americanas da segunda metade do Século XX. Em virtude dessa experiência singular com poetas de várias línguas e países, INDRAN foi cultivando sua sensibilidade para a escrita também em outros idiomas. Assim, a Língua Portuguesa entrou em sua vida para não mais sair. Agora, em seu primeiro livro, Música Subterrânea, escrito diretamente na língua de Camões, ele constrói uma “arquitetura de metáforas” com o fito de alcançar o leitor de português em seu próprio território linguístico. E consegue. Com uma sintaxe ao rés da fala e das questões existenciais do agora, sua voz dialoga com o tempo presente que, em sua dança de conflitos, nos envolve a todos. Com certeza, suas palavras poéticas produzirão um elo afetivo ainda mais forte entre os nossos povos. Salgado Maranhão
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “MÚSICA SUBTERRÂNEA”, de Amirthanayagam Indran, publicado pela editora Kotter Editorial, em 2024 e com 108 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Kotter Editorial
Páginas: 108
Ano: 2024
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 6553613044
ISBN13: 9786553613041
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,211
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 1,00
Sobre a editora
Os livros da editora KOTTER EDITORIAL propõem uma experiência de leitura que oscila entre o experimental e o cotidiano, com um forte viés poético e crítico. A linguagem varia do lirismo desconstruído ao humor ácido, passando por narrativas que exploram conflitos íntimos e sociais em contextos urbanos e históricos. O catálogo revela uma predileção por obras que desafiam formas tradicionais, seja na poesia que dialoga com vanguardas e concretismo, seja na prosa que investiga personagens complexos e situações ambíguas. Há também espaço para ensaios sociológicos e políticos que refletem sobre o Brasil contemporâneo, sempre com um olhar atento às tensões culturais e históricas.
