
Título: Mutações da Literatura. Século XXI
Autor: Leyla Perrone-Moisés
Sinopse: Leyla Perrone-Moisés é uma das críticas mais atentas e curiosas do Brasil. É famosa por descobrir os melhores jovens autores, além de se destacar pela qualidade de seus escritos. Neste livro atual e desafiador, ela lê autores como Jonathan Franzen, Bernardo Carvalho e Roberto Bolaño para tentar compreender como grandes livros continuam a surgir e a impactar os leitores. Como diz a autora na “Apresentação”: “Enquanto a situação do ensino da literatura continuou se degradando, a prática da literatura não só tem resistido ao contexto cultural adverso mas tem dado provas de grande vitalidade, em termos de quantidade, de variedade e de qualidade. E é isso que pretendo mostrar neste livro”.
Contexto da obra
Na crítica literária, livros como este costumam ampliar a leitura de autores, obras e tradições. “Mutações da Literatura. Século XXI”, de Leyla Perrone-Moisés, publicado pela editora Companhia das Letras, em 2016 e com 296 páginas, integra a categoria Livros de Crítica Literária. Na prática, isso ajuda a situar o livro como apoio valioso para quem quer ler obras e autores com mais contexto.
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 296
Ano: 2016
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8535927735
ISBN13: 9788535927733
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,361
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,70
Sobre a editora
Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.
