
Título: My Bread: The Revolutionary No-Work, No-Knead Method
Autor: Jim Lahey
Sinopse: Jim Lahey’s "breathtaking, miraculous, no-work, no-knead bread" (Vogue) has revolutionized the food world.
When he wrote about Jim Lahey’s bread in the New York Times, Mark Bittman’s excitement was palpable: “The loaf is incredible, a fine-bakery quality, European-style boule that is produced more easily than by any other technique I’ve used, and it will blow your mind.” Here, thanks to Jim Lahey, New York’s premier baker, is a way to make bread at home that doesn’t rely on a fancy bread machine or complicated kneading techniques.
The secret to Jim Lahey’s bread is slow-rise fermentation. As Jim shows in My Bread, with step-by-step instructions followed by step-by-step pictures, the amount of labor you put in amounts to 5 minutes: mix water, flour, yeast, and salt, and then let time work its magic―no kneading necessary. The process couldn’t be more simple, or the results more inspiring. Here―finally―Jim Lahey gives us a cookbook that enables us to fit quality bread into our lives at home. color photos throughout
Contexto da obra
Como livro em inglês, esta obra costuma ganhar também uma camada própria de interesse editorial e linguístico. “My Bread: The Revolutionary No-Work, No-Knead Method”, de Jim Lahey, publicado pela editora W. W. Norton & Company, em 2009 e com 224 páginas, integra a categoria Livros em Inglês. Por isso, o interesse da obra tende a se ampliar quando o leitor considera também a relação com a língua em que ela circula.
Editora: W. W. Norton & Company
Páginas: 224
Ano: 2009-10-05
Edição: 1
Linguagem: en
ISBN: 0393066304
ISBN13: 9780393066302
Sobre a editora
Os livros da editora W. W. Norton & Company oferecem uma experiência de leitura que combina rigor acadêmico com acessibilidade, frequentemente apresentando obras que dialogam com história, ciência e cultura contemporânea. O catálogo revela uma tendência a publicar textos que exploram temas complexos, como política, economia global, biografias detalhadas e debates filosóficos, sempre com um olhar que privilegia a profundidade e o contexto. As narrativas podem variar do ensaio crítico ao relato documental, incluindo também memórias e análises históricas, com um tom que ora é didático, ora reflexivo, mas sempre fundamentado em pesquisa sólida. Essa diversidade permite ao leitor transitar entre obras que são mais narrativas e outras que adotam um formato mais informativo e analítico.
