
Título: My Father's Notebook
Autor: Kader Abdolah
Sinopse: When he was a boy, Aga Akbar, the deaf-mute illegitimate son of a Persian nobleman, traveled with his uncle to a cave on nearby Saffron Mountain. Once there, he was to copy a three-thousand-year-old cuneiform inscriptionan order of the first king of Persiaas a means of freeing himself from his emotional confinement. For the remainder of his life, Aga Akbar used these cuneiform characters to fill a notebook with writings only he could understand. Years later, his son, Ishmaela political dissident in exileis attempting to translate the notebook . . . and in the process tells his father's story, his own, and the story of twentieth-century Iran. A stunning and ambitious novel by a singular literary talent, My Father's Notebook is at once a masterful chronicle of a culture's troubled voyage into modernity and the poignant, timeless tale of a son's enduring love.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “My Father’s Notebook”, de Kader Abdolah, publicado pela editora Harper Collins, em 2007 e com 335 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Harper Collins
Páginas: 335
Ano: 2007
Edição:
Linguagem: en
ISBN: 0060598727
ISBN13: 9780060598723
Sobre a editora
Os livros da editora HARPER COLLINS apresentam uma variedade de narrativas que transitam entre o fantástico, o histórico e o realista, com frequente atenção a conflitos pessoais e sociais profundos. Muitas obras exploram dilemas éticos e culturais, como tensões raciais em planetas distantes ou dramas humanos ambientados em períodos de guerra, oferecendo um tom que mescla suspense, emoção e reflexão. O catálogo também inclui textos que abordam temas práticos e didáticos, como educação sexual inclusiva e guias de autoconhecimento, o que indica um interesse por leitores que buscam tanto entretenimento quanto conhecimento. A linguagem varia entre o acessível e o elaborado, com ritmo que pode ser tanto intenso e tenso quanto contemplativo e informativo, dependendo do enfoque da obra.
