
Título: My Name Is Lucy Barton
Autor: Elizabeth Strout
Sinopse: LONGLISTED FOR THE MAN BOOKER PRIZE 2016 AND THE BAILEYS WOMEN'S PRIZE FOR FICTION 2016. A #1 NEW YORK TIMES BESTSELLER. An exquisite story of mothers and daughters from the Pulitzer prize-winning author of Olive Kitteridge Lucy is recovering from an operation in a New York hospital when she wakes to find her estranged mother sitting by her bed. They have not seen one another in years. As they talk Lucy finds herself recalling her troubled rural childhood and how it was she eventually arrived in the big city, got married and had children. But this unexpected visit leaves her doubting the life she's made: wondering what is lost and what has yet to be found.Look for Elizabeth Strout's highly anticipated new work of fiction, Anything Is Possible, which is available for pre-order now.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “My Name Is Lucy Barton”, de Elizabeth Strout, publicado pela editora Viking, em 2016 e com 208 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Viking
Páginas: 208
Ano: 2016
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9780241248775
Sobre a editora
Os livros da editora Viking trazem uma experiência de leitura que alterna entre narrativas densas e reflexivas e obras de não ficção que exploram temas sociais, históricos e culturais com profundidade. O catálogo revela um interesse recorrente por histórias que abordam identidades pessoais e coletivas, como memórias familiares, trajetórias imigratórias e questões de poder, além de investigações sobre fenômenos culturais e econômicos contemporâneos. Há títulos que combinam relatos íntimos e jornalísticos com análises que dialogam com a atualidade, oferecendo um tom acessível, porém rigoroso. A diversidade se manifesta tanto em romances com ambientações históricas e contemporâneas quanto em ensaios que cruzam disciplinas, sugerindo uma linha editorial que valoriza a complexidade do real e do humano.
