
Título: MythOS (Webmage #4): Not every world is user friendly
Autor: Kelly McCullough
Sinopse: In the 21st century, magic has advanced with the times and gone digital. Ravirn—umpteenth great-grandson of one of the three Fates—is a talented sorcerer, a computer hacker extraordinaire, and in the process of becoming a minor demi-god. His best friend and familiar is both a goblin and a laptop, changing shape from one to the other as needed. While repairing Necessity (the badly-broken sentient computer that runs the multiverse), Ravirn is thrown into a very different place, a parallel world where the Greek gods are only myths. This strange realm is ruled by the Norse pantheon of gods—Odin, Thor, and other fun-loving brutes—and their magic uses a completely different operating system. A system that Ravirn will have to hack if he ever wants to get out of Asgard alive…
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “MythOS (Webmage #4): Not every world is user friendly”, de Kelly McCullough, publicado pela editora Ace, em 2009 e com 304 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Ace
Páginas: 304
Ano: 2009
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Ace costumam transportar o leitor para mundos onde o fantástico e o extraordinário se entrelaçam com conflitos intensos e personagens complexos. Muitas histórias exploram universos alternativos, guerras épicas, e sociedades secretas, criando um clima de tensão constante e ação que desafia o leitor a acompanhar reviravoltas e alianças inesperadas. Há uma presença marcante de tramas envolvendo seres sobrenaturais como lobisomens, vampiros e magos, assim como narrativas de fantasia com elementos românticos e políticos. O ritmo varia entre aventuras dinâmicas e narrativas mais densas, que exigem atenção para os detalhes de intrigas e mundos construídos com cuidado. Esse equilíbrio entre ação e construção de cenário é um traço recorrente no catálogo da Ace.
