
Título: Na beira da estrada
Autor: Augusto Pessôa
Sinopse: Durante suas viagens você observa a paisagem e presta atenção nas casas que vão surgindo pelo caminho? Já pensou que cada uma delas guarda uma história e muitas curiosidades: quem mora na casa? Há quanto tempo? Como será por dentro? O autor de Na beira da estrada, Augusto Pessôa, gosta de observar as casas dos lugares por onde passa e ficar imaginando suas histórias. Em uma de suas viagens para São Paulo, ele teve a ideia de escrever esse livro e falar sobre as diversas casas das muitas paisagens que existem por aí. Isoladas, distantes, urbanas, geminadas, grandes, pequenas, novas, antigas… De maneira sensível e poética, Augusto explora o que cada tipo de casa pode representar e nos faz pensar sobre elas estabelecendo relações com sentimentos e sensações como se as casas tivessem vida. A delicadeza das ilustrações de Cris Eich deixa a história ainda mais inspiradora. Depois de ler esse livro, é possível que você passe a olhar a paisagem de um outro jeito e se deixe levar e se encantar por sua imaginação e pelas casas no caminho.
Contexto da obra
Na ficção infantil, livros como este costumam ter um papel importante na aproximação da criança com a leitura. “Na beira da estrada”, de Augusto Pessôa, publicado pela editora Elo Editora, em 2022 e com 28 páginas, integra a categoria Livros de Ficção Infantil. Por isso, o valor do livro costuma aparecer tanto na história quanto no vínculo de leitura que ele ajuda a criar.
Editora: Elo Editora
Páginas: 28
Ano: 2022
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 6589945616
ISBN13: 9786589945611
Sobre a editora
Os livros da editora Elo Editora costumam explorar narrativas infantis e infantojuvenis que dialogam com a imaginação, as emoções e o cotidiano das crianças. Muitas obras apresentam textos rimados ou em ritmo musical, convidando à leitura compartilhada e à interação, como em histórias que trazem versões musicadas e cantigas acessíveis via aplicativo. O catálogo privilegia temas como a superação do medo, a amizade, a mudança e o pertencimento, sempre com um tom leve e acessível, mas com espaço para reflexões sobre empatia e crescimento. Há também obras que se apoiam em ilustrações para contar histórias quase sem texto, valorizando a leitura ativa e visual. O conjunto sugere um público que vai desde a primeira infância até leitores jovens, com interesse em narrativas que misturam fantasia, humor e elementos culturais brasileiros.
