
Título: Na Cidade da Fúria
Autor: Fernanda Chazan
Sinopse: A jovem Rachel viaja para Argentina com sua irmã mais velha. Mas o que era para ser apenas mais uma viagem, acaba se transformando em um grande pesadelo. Logo no primeiro dia em Buenos Aires, a irmã de Rachel desaparece. Na capital daquele país, uma quadrilha está à solta sequestrando e dopando inocentes, e caberá à Rachel descobrir como derrotá-la, uma vez que a imprensa está cega e a polícia tomada pela corrupção. Mas ela não está sozinha. Nahuel é um jovem argentino que, como a brasileira, tem motivos de sobra para querer desmascarar a quadrilha de sequestradores. Junto de Rachel, ele viverá momentos de ação, mistério e muita fúria em Buenos Aires. Esta é uma história cheia de surpresas e reviravoltas, protagonizada por uma garota corajosa e determinada que quebra todos os padrões. No livro, há referências a ícones da cultura argentina, bem como lendas urbanas e costumes do cotidiano portenho trazidos pela juventude do século XXI. Você irá conhecer as tumbas do Cemitério da Recoleta e comemorar os gols no estádio La Bombonera. Tudo isso a base de muitas empanadas, é claro.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Na Cidade da Fúria”, de Fernanda Chazan, publicado pela editora Chiado, em 2015 e com 268 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Chiado
Páginas: 268
Ano: 2015
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 9895159722
ISBN13: 9789895159727
Sobre a editora
Os livros da editora Chiado apresentam uma variedade de narrativas que transitam entre o real e o imaginário, com forte presença de histórias que exploram emoções humanas intensas e dilemas pessoais. O catálogo revela obras que vão do erótico explícito a relatos de conflitos familiares e existenciais, passando por tramas que envolvem mistério, fantasia e reflexões filosóficas. Muitas histórias se desenrolam em cenários urbanos brasileiros, enquanto outras se aventuram em reinos imaginários ou dimensões paralelas, mostrando uma diversidade de ambientações. A linguagem varia do poético e introspectivo ao direto e cru, com ritmo que ora se concentra na tensão dramática, ora privilegia a fluidez de crônicas e contos curtos. Essa pluralidade sugere que o leitor encontrará tanto textos mais densos e reflexivos quanto leituras ágeis e envolventes.
