
Título: Na Feira, às 4 da tarde
Autor: Luís Augusto Fischer
Sinopse: “Porto Alegre é um lugar que tem história, e isso é uma sensação boa de sentir.” Como ótimo contador de histórias que é, de viva-voz ou por escrito, Luís Augusto Fischer e sua narrativa nos encanta com as sutilezas das relações pessoais e da própria paisagem. Nesta novela que se desenrola durante a Feira do Livro de Porto Alegre, publicada pela primeira vez como folhetim no ClicRBS em 2006, o narrador, que assim como o autor é professor de literatura, conta uma história de amor que transcorre no centro da capital gaúcha, entre idas e vindas, da Curva da Tristeza ao pôr do sol no Guaíba. Na Feira, às 4 da tarde é o volume #01 da coleção Narrativas porto-alegrenses, uma parceria da editora Coragem com a Revista Parêntese do Grupo Matinal Jornalismo.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Na Feira, às 4 da tarde”, de Luís Augusto Fischer, publicado pela editora Editora Coragem, em 2024 e com 104 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Editora Coragem
Páginas: 104
Ano: 2024
Edição:
Linguagem: pt
ISBN: 9786585243292
ISBN13: 9786585243292
Sobre a editora
Os livros da editora Editora Coragem costumam oferecer uma experiência de leitura marcada por narrativas que dialogam com a história, a cultura e a política do sul do Brasil e da América Latina. Muitas obras exploram trajetórias pessoais e coletivas, entrelaçando memórias locais e reflexões sociais, como em relatos que se passam em Porto Alegre ou que abordam a identidade cultural gaúcha. O tom varia entre o ensaístico e o narrativo, com textos que transitam entre a análise crítica e a ficção, incluindo cartas históricas, novelas alegóricas e poesia. A linguagem costuma ser densa e reflexiva, convidando o leitor a pensar sobre questões como resistência, ética, pertencimento e transformação social. O catálogo da Editora Coragem revela um interesse por temas ligados à construção de identidades e à crítica cultural, com um ritmo que pode ser tanto contemplativo quanto tenso, dependendo do enfoque da obra.
