
Título: Na sombra do largarto
Autor: Maria Filomena Lepeck
Sinopse: Aos 13 anos, Marinete é expulsa de casa pela própria mãe para proteger a família de uma ameaça que veste pele de homem e carrega um lagarto no ombro. Sozinha no mundo, ela sobrevive, estuda, trabalha, constrói uma nova identidade: a de especialista em meteoritos, em um mercado tão valioso quanto desregulado. Treze anos depois, o passado retorna com força. O mesmo homem ressurge para chantageála: ou entrega informações privilegiadas sobre as pedras que caem do céu ou coloca a vida da mãe em risco. Marinete, que passou a vida tentando ser boa e ética em um mundo que a tratou com brutalidade, precisa escolher entre o princípio e o afeto entre a justiça científica e a proteção da única família que lhe restou. Em uma narrativa que cruza memória, ciência, fé e sobrevivência, Maria Filomena Lepecki constrói uma história de tensão íntima e moral. Atravessada por temas como assédio, poder, resiliência e escolha, Na Sombra do Lagarto não faz concessões ao leitor apenas o convida a caminhar com Marinete por entre crateras, tanto as celestes quanto as humanas. E se restar alguma dúvida, basta lembrar o que diziam em Duas Pontes: Com Marinete não se mexe. Com Marinete não se brinca.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Na sombra do largarto”, de Maria Filomena Lepeck, publicado pela editora Oito e meio, em 2025 e com 312 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Oito e meio
Páginas: 312
Ano: 2025
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13: 9788555471155
Sobre a editora
Os livros da editora Oito e Meio costumam explorar territórios literários densos, onde a linguagem é trabalhada com cuidado e inventividade, seja em narrativas que misturam contos e romances ou em textos que transitam entre o poético e o político. O catálogo privilegia histórias que abordam conflitos sociais profundos, como desigualdade e violência, mas também o cotidiano íntimo e as tensões das relações humanas, especialmente sob perspectivas femininas e urbanas. A leitura frequentemente exige atenção ao ritmo e ao tom, que podem variar do humor ácido ao lirismo melancólico, passando por um humor negro e por experimentações formais que desafiam o leitor. A presença de narradores que se deslocam entre o real e o surreal, ou que adotam vozes fragmentadas e polifônicas, é recorrente, criando uma experiência de leitura que combina inquietação e reflexão.
