
Título: Nada é o que Parece: Um Voo da Consciência
Autor: Jean Bergerot
Sinopse: Nada é o que parece - um vôo da consciência conta a história de um eminente físico nuclear em fase final de doutorado a ser apresentado no Canadá. Apesar de seu forte aporte intelectual e cultural, acha-se vazio e quer algo mais, que ele Mêsmo não pode ou não sabe exatamente definir o que seja. Seus conhecimentos lógicos e racionais a todo instante são colocados em xeque e em segundo plano, sendo aparentemente desprezíveis. Trata-se de uma história repleta de nuances e de situações inesperadas. Coloquial e leve, seu entrelaçamento metafórico pode até ser entendido como ficção. Jean Bergerot enfoca neste livro o posicionamento do indivíduo perante as circunstâncias, desafiando constantemente sua consciência a romper fronteiras que devem ser ininterruptamente ampliadas. Essa ruptura, segundo o autor, está disponível aos não-medíocres, servindo como válvula de segurança para evitar que os inconformados venham a enlouquecer.
Contexto da obra
Dentro do catálogo, este livro pode ser situado a partir do tema, da autoria e da proposta editorial. “Nada é o que Parece: Um Voo da Consciência”, de Jean Bergerot, publicado pela editora Cultrix, em 2006 e com 278 páginas, integra a categoria Livros de Auto Ajuda. Esse enquadramento pode tornar mais clara a proposta do livro e o tipo de interesse que ele costuma despertar.
Editora: Cultrix
Páginas: 278
Ano: 2006
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8531609275
ISBN13: 9788531609275
Sobre a editora
A leitura dos livros da editora Cultrix revela uma predileção por obras que exploram a intersecção entre ciência, espiritualidade e autoconhecimento, com abordagens que vão do prático ao filosófico. O catálogo frequentemente traz textos que dialogam com temas como psicoterapia, medicina integral, liderança humanizada e tradições espirituais, sempre com um tom reflexivo e didático. Há também espaço para obras que investigam a história, a cultura e a literatura, incluindo coletâneas de contos e análises literárias densas, que convidam o leitor a uma imersão cuidadosa e crítica. Em muitos casos, a narrativa privilegia relatos de casos, exercícios práticos e perspectivas interdisciplinares, o que confere um ritmo que alterna entre o informativo e o contemplativo, atendendo a leitores interessados em aprofundar conhecimentos e expandir visões.
