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Nadie nada nunca

Título: Nadie nada nunca

Autor: Juan José Saer

Sinopse: Si la literatura funda zonas, esos "lugares" de Saer están maravillosamente condensados en Nadie nada nunca. ¿Qué discurso da cuenta de la complejidad de lo real? ¿Cuántas versiones de una historia son posibles? En un rincón junto al río, unos hombres asocian imágenes y recuerdos, entre un atardecer sofocante y una mañana que no llega. La rememoración y la remonición de un crimen propician los rituales cotidianos, cuya repetición esconde la violencia y el horror. Un asesino de caballos asola desde hace meses la región. El relato fluye y refluye como la corriente del río, del tiempo y de la memoria entre mito e historia, sensualidad y política, suspenso y reflexión. Tiempo y espacio son categorías privilegiadas en Nadie nada nunca; los personajes de El limonero real reaparecen, lateralmente, creando un sistema de cierta percepción de la realidad; la representación del lenguaje, el relato que se diluye, la reflexión sobre el acto de la escritura instalan algunas claves de esta novela donde la persistencia del arte de narrar señala a uno de los más grandes escritores argentinos.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Nadie nada nunca”, de Juan José Saer, publicado pela editora seix, em 2004 e com 224 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: seix

Páginas: 224

Ano: 2004

Edição:

Linguagem: espanhol

ISBN: 9507312919

ISBN13: 9789507312915

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Juan Jose Saer conduz o leitor a um universo onde o tempo e o espaço parecem se diluir, criando uma percepção da realidade que oscila entre o concreto e o alucinatório. Sua prosa é marcada por um ritmo que ora flui com naturalidade, ora se detém para explorar minúcias e múltiplas perspectivas, revelando uma atenção quase obsessiva aos detalhes e à memória. As narrativas frequentemente se desenrolam em ambientes próximos a rios e planícies, onde o cenário se torna personagem e molda os estados emocionais e intelectuais das histórias. A tensão nasce da convivência entre o cotidiano e o estranho, o passado que insiste em permanecer presente e o presente que se fragmenta em lembranças e interpretações. Ler Saer é entrar num espaço narrativo que desafia a linearidade e convida à reflexão sobre a existência, a percepção e a escrita.

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