
Título: Naissance de L'Histoire, La - Tome 2
Autor: François Chatelet
Sinopse: Pourquoi quelques penseurs grecs du Vè et du me siècle av. J.-C. ont-ils cru bon et utile de transmettre aux générations futures des récits visant à rendre intelligible le devenir de l'humanité ? Quelle compréhension de « l'historicité > manifestentles textes d'Hérodote et de Thucydide, mais aussi ceux des philosophes ou des sophistes ? Ces deux questions sont au coeur de cette étude consacrée à la formation de la pensée historienne dans la Grèce classique. François Châtelet y montre, très clairement et magistralement, que ce qui fonde la décision grecque de « faire de l'histoire » est la saisie de la dimension proprement politique du destin des hommes et l'effort pour comprendre et dominer la tragédie de la cité. Acabamento: Paperback. Peso: 478g. Dimensões: 23 x 16 x 1.
Contexto da obra
Dentro do catálogo, este livro pode ser situado a partir do tema, da autoria e da proposta editorial. “Naissance de L’Histoire, La – Tome 2”, de François Chatelet, publicado pela editora Editions Du Seuil, em 1996 e com 428 páginas, integra a categoria História Geral. Esse enquadramento pode tornar mais clara a proposta do livro e o tipo de interesse que ele costuma despertar.
Editora: Editions Du Seuil
Páginas: 428
Ano: 1996
Edição: 1ª EDIÇÃO
ISBN:
ISBN13: 9782020290524
Sobre a editora
Os livros da editora Editions Du Seuil convidam a uma reflexão profunda sobre a condição humana, a sociedade e a história, com um olhar que atravessa tempos e espaços variados. O catálogo privilegia obras que exploram tensões sociais, como as diferenças de classe nas guerras, as complexidades das relações humanas e as contradições da imigração. A leitura é marcada por um tom denso e analítico, muitas vezes filosófico ou histórico, que não se limita a narrativas lineares, mas se aprofunda em múltiplas perspectivas e interpretações. As obras apresentam um equilíbrio entre textos mais ensaísticos, que dialogam com a filosofia e a psicanálise, e narrativas que trazem histórias pessoais ou coletivas em contextos geográficos específicos, como a África ou o Magrebe. Essa diversidade sugere um catálogo que valoriza tanto a análise crítica quanto a experiência literária, com ritmo que pode variar do rigor acadêmico a uma prosa mais envolvente e até irônica.
