
Título: Naming Nature: The Clash Between Instinct and Science
Autor: Carol Kaesuk Yoon
Sinopse: Finalist for the 2009 Los Angeles Times Book Prize in Science and Technology. “A lively blend of popular scientific history and cultural criticism.”―New York Times Book Review Biologist Carol Kaesuk Yoon explores the historical tension between evolutionary biology and taxonomy. Carl Linnaeus struggled in the eighteenth century to define species in light of their mutability while still relying on intuitive, visual judgments. As taxonomy modernized, it moved into labs, yielding results counterintuitive to humanity’s innate predisposition to order the world. By conceding scientific authority to taxonomists, Yoon argues, we’ve contributed to our own alienation from nature. 27 black-and-white illustrations
Contexto da obra
Como livro em inglês, esta obra costuma ganhar também uma camada própria de interesse editorial e linguístico. “Naming Nature: The Clash Between Instinct and Science”, de Carol Kaesuk Yoon, publicado pela editora W. W. Norton & Company, em 2010 e com 352 páginas, integra a categoria Livros em Inglês. Por isso, o interesse da obra tende a se ampliar quando o leitor considera também a relação com a língua em que ela circula.
Editora: W. W. Norton & Company
Páginas: 352
Ano: 2010-08-02
Edição: Reprint
Linguagem: en
ISBN: 0393338711
ISBN13: 9780393338713
Sobre a editora
Os livros da editora W. W. Norton & Company oferecem uma experiência de leitura que combina rigor acadêmico com acessibilidade, frequentemente apresentando obras que dialogam com história, ciência e cultura contemporânea. O catálogo revela uma tendência a publicar textos que exploram temas complexos, como política, economia global, biografias detalhadas e debates filosóficos, sempre com um olhar que privilegia a profundidade e o contexto. As narrativas podem variar do ensaio crítico ao relato documental, incluindo também memórias e análises históricas, com um tom que ora é didático, ora reflexivo, mas sempre fundamentado em pesquisa sólida. Essa diversidade permite ao leitor transitar entre obras que são mais narrativas e outras que adotam um formato mais informativo e analítico.
