
Título: Namoro. Tempo ou Passa Tempo?
Autor: Fansanella J.P.
Sinopse: É possível aprender a namorar! Não se trata apenas de um impulso da natureza, mas de uma aventura extraordinária, feita de diálogo, uma estrada feita a dois em que se desfruta da maravilha que é a presença de Jesus, que assegurou estar presente entre aqueles que se reúnem em seu nome! Você tem nas mãos o trabalho de Italo J. P. Fasanella, fruto de sua experiência de casamento e do carisma que o Senhor lhe concedeu na Comunidade Sagrada Família. Aproveite, porque Deus lhe envia este livro! Não é por acaso que este trabalho cai em suas mãos. Dom Alberto Taveira Corrêa Arcebispo Metropolitano de Belém do Pará A família é um namoro que deu certo! Não é verdade que muitos e muitos casamentos desfeitos, famílias desmoronadas tiveram as raízes dessas rupturas em um namoro mal vivido? Eu diria até um "namoro enfermo", que gerou "famílias enfermas" e "deformadas". Ou então, famílias que foram formadas sem namoro! Que, por sua vez, formam pessoas enfermas, que têm relacionamentos enfermos e
Contexto da obra
Na área de Religião, livros como este costumam ser lidos em diálogo com tradição, formação e reflexão. “Namoro. Tempo ou Passa Tempo?”, de Fansanella J.P., publicado pela editora Edições Fons Sapientiae, em 2017 e com 96 páginas, integra a categoria Livros de Religião. Esse contexto costuma tornar mais claro o lugar do livro dentro de leituras religiosas mais amplas.
Editora: Edições Fons Sapientiae
Páginas: 96
Ano: 2017
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8563042467
ISBN13: 9788563042460
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,140
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,00
Sobre a editora
Os livros da editora Edições Fons Sapientiae convidam a uma leitura centrada na espiritualidade cristã, na reflexão teológica e na prática pastoral. Frequentemente, as obras abordam temas como os sacramentos, a liturgia, a piedade popular e o diálogo entre fé e cultura, com um tom que varia do devocional ao mais analítico. O catálogo sugere uma atenção cuidadosa às tradições da Igreja, incluindo aspectos históricos e normativos, e também a articulação entre a experiência pessoal e o magistério. O ritmo das obras tende a ser contemplativo ou didático, favorecendo a meditação e o aprofundamento da fé. A linguagem é acessível, ainda que respeite a densidade dos conteúdos, e há espaço tanto para textos de caráter prático quanto para estudos que dialogam com outras disciplinas, como a psicanálise.
