
Título: Não à morte das línguas
Autor: Claude Hagège
Sinopse: Este livro foi escrito na esperança de contribuir, ainda que modestamente, para a tomada de consciência de uma necessidade, a de fazer todo o possível para impedir que as culturas humanas caiam no esquecimento. Uma das manifestações mais elevadas e, ao mesmo tempo, banalmente quotidianas, dessas culturas, são as línguas dos homens. As línguas, ou seja, muito simplesmente, o que os homens têm de mais humano. Tal como as civilizações, as línguas são mortais. No entanto, aos olhos das criaturas finitas que somos, a morte das línguas tem algo de perfeitamente insólito e de exaltante: elas são capazes de ressurreição! Assim, o propósito deste livro é muito simples. Ele pretende mostrar três verdades: primeiro, que as línguas são provavelmente o que as nossas culturas humanas têm de mais vivo; segundo, que elas são mortais e que morrem em quantidades impressionantes e a um ritmo assustador, se não se lutar pela sua manutenção; terceiro, que a sua morte não é um aniquilamento definitivo e que algumas renascem, se se souber promovê-las. Defender as línguas humanas na sua diversidade é mais do que defender as culturas humanas. É defender a própria vida dos homens. CLAUDE HAGÈGE é professor no Collège de France. recebeu em 1995, a medalha de ouro do CNRS. Autor de várias obras entre as quais A Criança de Duas Línguas publicada pelo Instituto Piaget
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Não à morte das línguas”, de Claude Hagège, publicado pela editora Instituto Piaget, em 2000 e com 299 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Instituto Piaget
Páginas: 299
Ano: 2000
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN: 9727714250
ISBN13:
Sobre a editora
A leitura dos livros da editora INSTITUTO PIAGET convida a uma reflexão profunda sobre temas filosóficos, sociológicos e científicos, com foco em conceitos como personalidade, modernidade, ética e desenvolvimento humano. O ritmo das obras tende a ser denso e argumentativo, privilegiando análises detalhadas e abordagens teóricas que dialogam com a história do pensamento e questões contemporâneas. As narrativas são predominantemente ensaísticas, com textos que exploram desde a infância até a velhice, passando por debates sobre a modernidade, ciência e educação. O catálogo apresenta um perfil que mescla obras mais conceituais e outras com aplicação prática, como no campo da educação ou da psicanálise, sempre com linguagem acessível ao público interessado em aprofundar o conhecimento.
