
Título: Nao Era Pra Contar
Autor: Amorim Maurício
Sinopse: Em uma daquelas noites de sexta-feira no Praia Clube, onde a falecida Confraria dos Dinossauros se reunia, em conversas com o Maurício soube que estava concluindo os originais da presente obra literária, cujo conteúdo logo tive conhecimento e pude avaliar sua importância, principalmente porque narra fatos pitorescos e marcantes da sua vida, associando amigos e lugares de nossa querida Ilha Capital. Fato seguinte: fizemos contato com o Rolim da Insular, que deu o maior incentivo para que o trabalho fosse editado, cuja viabilização só foi possível graças ao empenho e amizade, tanto do Maurício como minha, do extraordinário Caco Bastos, que também envolveu outros amigos seus. Ainda sobre o Maurício Amorim, todos os "manézinhos" que apreciam Carnaval, particularmente o bloco do Lira, o Berbigão do Boca, o Sou+Eu e muitos outros blocos carnavalescos da cidade, conhecem e apreciam sua forma boemia, extrovertida, divertida e amiga de ser. Para conferir é só assistir no Canal 20 o programa Clube do Mané.
Contexto da obra
Na área de Artes, livros como este costumam interessar pelo repertório visual e pela reflexão estética. “Nao Era Pra Contar”, de Amorim Maurício, publicado pela editora Insular, em 2013 e com 128 páginas, integra a categoria Livros de Artes. Esse contexto costuma ser útil para perceber como o livro pode ampliar olhar e sensibilidade.
Editora: Insular
Páginas: 128
Ano: 2013
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8574747262
ISBN13: 9788574747262
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,200
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 15,00
- Espessura (cm): 0,70
Sobre a editora
Os livros da editora Insular convidam o leitor a uma imersão que varia do rigor acadêmico à narrativa ficcional, com um foco recorrente em temas sociais, educacionais e culturais. A experiência de leitura pode ser densa e reflexiva, marcada por abordagens que vão desde análises detalhadas do cotidiano universitário até relatos que exploram emoções humanas profundas e conflitos pessoais. O catálogo sugere uma preferência por obras que dialogam com a realidade brasileira, seja por meio da sociologia, da educação, do jornalismo ou da literatura regional, muitas vezes com um tom crítico e investigativo. Há uma alternância entre textos mais informativos, como estudos sobre políticas públicas e direitos humanos, e narrativas que exploram a complexidade das relações humanas, com ritmo que ora é contemplativo, ora intenso e envolvente.
