
Título: Nao Era Uma Vez...
Autor: Marcos Rey
Sinopse: Gil tem uma cadelinha da raça dálmata e um dia ela foge. Todos ficam aflitos. O pai tem a ideia de anunciar em um programa de rádio, oferecendo uma boa gratificação. O menino, porém, impaciente, inicia, de bicicleta, uma busca desesperada pelas ruas da cidade. Percorre lugares onde nunca estivera. Deixa a família preocupada. Exausto, volta para casa. Sobe as escadas, estranhamente seguido por seu pai, sua mãe e irmã e uma surpresa: Em sua cama, tão cansada como ele, Virgínia dormia. E tão profundamente que não acordou com a presença dos quatro. Esta narrativa criada por Marcos Rey, seu primeiro livro para o público infantil, já traz a marca de sua originalidade ao escrever – descrições criativas e bem elaboradas, diálogos bem estruturados e muita ação. Uma excelente oportunidade para o público infantil entrar em contato com uma narrativa de qualidade.
Contexto da obra
Na ficção infantil, livros como este costumam ter um papel importante na aproximação da criança com a leitura. “Nao Era Uma Vez…”, de Marcos Rey, publicado pela editora Global Editora, em 2023 e com 48 páginas, integra a categoria Livros de Ficção Infantil. Por isso, o valor do livro costuma aparecer tanto na história quanto no vínculo de leitura que ele ajuda a criar.
Editora: Global Editora
Páginas: 48
Ano: 2023
Edição: Literatura Infantojuvenil
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8526021141
ISBN13: 9788526021143
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,130
- Altura (cm): 26,00
- Largura (cm): 18,00
- Espessura (cm): 0,30
Sobre a editora
Os livros da editora Global Editora apresentam uma diversidade que vai do resgate da literatura oral e folclórica brasileira a narrativas que exploram a complexidade das relações humanas e sociais. O catálogo traz desde histórias infantis que estimulam a imaginação e o aprendizado, com vocabulário acessível e ilustrações cuidadosas, até textos que abordam temas densos como o horror do fascismo e a luta pela memória histórica. A linguagem varia entre o poético e o didático, com obras que dialogam tanto com o público jovem quanto com leitores interessados em antropologia, educação e literatura crítica. Essa pluralidade cria um ritmo editorial que ora convida à fantasia e ao encantamento, ora instiga reflexões profundas sobre identidade, cultura e convivência.
