
Título: Não Há Nada Lá
Autor: Joca Reiners Terron
Sinopse: Qual a possível relação entre William Burroughs, Jimi Hendrix, Torquato Neto e Aleister Crowley? O terceiro segredo de Fátima, Billy-the-kid e Arthur Rimbaud? Numa verdadeira declaração de amor aos livros e à literatura, Joca Reiners Terron evoca esses e outros personagens numa história que combina ficção científica, cinema, faroeste e poesia. Publicado originalmente em 2000, Não há nada lá ganhou status de cult na última década. E para além do divertido quebra-cabeça literário, há também um livro ambicioso, que costura tempos e realidades distintas com rigor narrativo digno dos grandes prosadores. Os devaneios de Guilherme Burgos, o encontro de Jaime Hendrix com Torquato Neto e a relação do ocultista Alistério Crowley com o “astrólogo” Fernando Pessoa levam a trama por um labirinto de acontecimentos insólitos, que podem (ou não) conduzir o mundo ao Apocalipse. Terron, como um músico habilidoso, transita entre os estilos de suas vítimas literárias, criando um livro que é ao mesmo tempo novo e original, mas partindo de uma tradição que ousou experimentar e renovar.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Não Há Nada Lá”, de Joca Reiners Terron, publicado pela editora Companhia das Letras, em 2011 e com 160 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 160
Ano: 2011
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8535919406
ISBN13: 9788535919400
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,140
- Altura (cm): 18,00
- Largura (cm): 12,50
- Espessura (cm): 0,90
Sobre a editora
Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.
