
Título: Não serei eu mulher?
Autor: bell hooks
Sinopse: “Nenhum outro grupo na América teve a sua identidade tão rasurada da sociedade quanto as negras. Raramente nos reconhecem como grupo autónomo e distinto dos negros, ou como parte integrante, nesta cultura, do grupo alargado de «mulheres». Quando se fala de gentes negras, o sexismo opõe-se ao reconhecimento dos interesses das mulheres negras; quando se fala de mulheres, o racismo opõe-se ao reconhecimento dos interesses das mulheres negras. Quando se fala de gentes negras, a atenção tende a recair nos homens negros; quando se fala de mulheres, a atenção tende a recair nas mulheres brancas. bell hooks Gloria Jean Watkins, conhecida pelo pseudónimo de bell hooks, é uma autora norte-americana, feminista e activista social. A sua extensa obra conta com mais de trinta títulos publicados e incide essencialmente sobre a interseccionalidade da raça, da classe social e do género, e nos modos comos estas categorias produzem sistemas de opressão e dominação reforçando a estrutura capitalista patriarcal. Não serei eu mulher? As mulheres negras e o feminismo foi escrito durante a licenciatura da autora; publicado apenas em 1981, é desde então louvado como reflexão pioneira e clássico obrigatório da teoria feminista. bell hooks lecciona actualmente no Berea College e vive no estado de Kentucky.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Não serei eu mulher?”, de bell hooks, publicado pela editora Orfeu Negro, em 2018 e com 320 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Orfeu Negro
Páginas: 320
Ano: 2018
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9789898868343
Sobre a editora
Os livros da editora Orfeu Negro convidam a uma experiência de leitura que transita entre o olhar antropológico e a reflexão histórica, frequentemente explorando temas culturais e sociais com um tom que pode variar do irônico ao poético. O catálogo revela uma preferência por obras que dialogam com a história das cores, a simbologia e a arte, mesclando ensaios filosóficos e históricos com narrativas ilustradas e infantis. Há uma atenção clara à construção de imagens e à representação, seja por meio de ilustrações detalhadas ou textos que discutem a relação entre arte, política e sociedade. O ritmo das obras pode ser contemplativo, como em relatos poéticos sobre a natureza, ou mais denso e reflexivo, como em diálogos sobre arte e política ou análises estéticas da imagem contemporânea.
