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Naqueles Morros, Depois da Chuva

Título: Naqueles Morros, Depois da Chuva

Autor: Edival Lourenço

Sinopse: Ganhador do 2o lugar do Prêmio Jabuti 2012? categoria Romance. Em 1739, o fidalgo português Luís de Assis Mascarenhas, governador da Província de São Paulo e Minas dos Goyazes, dirige-se ao Arraial de Santana com o propósito de preparar as minas de ouro para serem província autônoma. Naqueles morros, depois da chuva narra a história da vinda e chegada desse nobre e sua ampla comitiva no sertão inóspito das terras goianas.Um filho bastardo do Anhanguera? o descobridor das minas de ouro?, que segue de perto a comitiva de Dom Luís exercendo funções de vigia, é o narrador dos acontecimentos sempre insólitos que pontuam a viagem. Com um estilo de ritmo irresistível, pontuado por palavras e expressões que atribuem veracidade geográfica e histórica à narrativa, o livro debruça-se sobre a matéria colonial, desde há muito filão privilegiado de uma prosa e uma poesia brasileiras que buscam escavar raízes eventualmente sublimadas de nossa história colonial.

Contexto da obra

Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Naqueles Morros, Depois da Chuva”, de Edival Lourenço, publicado pela editora Editora Hedra, em 2011 e com 236 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.

Editora: Editora Hedra

Páginas: 236

Ano: 2011

Edição: Literatura Brasileira

Linguagem: PORTUGUES

ISBN: 8577152316

ISBN13: 9788577152315

  • Encadernação: BROCHURA
  • Peso (kg): 0,362
  • Altura (cm): 23,00
  • Largura (cm): 16,00
  • Espessura (cm): 1,30

Sobre a editora

A leitura dos livros da editora Editora Hedra revela uma curadoria que privilegia narrativas densas e reflexivas, muitas vezes ancoradas em contextos históricos, culturais e sociais específicos. O catálogo reúne desde análises literárias e filosóficas até relatos que exploram experiências humanas complexas, como o convívio com a exclusão social ou a preservação de saberes indígenas. O tom varia entre o ensaístico e o narrativo, com obras que transitam entre o rigor acadêmico e a expressão literária, sempre com atenção à linguagem e à profundidade dos temas. Essa diversidade sugere um interesse em textos que desafiam o leitor a pensar criticamente sobre história, cultura e sociedade, com uma frequência de obras que dialogam com tradições literárias e saberes populares.

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