
Título: Nara leao - Nara 1964
Autor: Hugo Sukman
Sinopse: O primeiro disco de Nara Leão foi uma obra revolucionária. Em Nara, lançado em 1964, a “musa” rompia com bossa nova para dar voz ao samba e à canção de protesto, valorizando compositores como Zé Keti, Nelson Cavaquinho e Cartola. Essa revolução – que, feita com modos suaves, lirismo e belas melodias anunciou o que seria a música brasileira a partir dali – é narrada em Nara Leão: Nara – 1964, da coleção O Livro do Disco (Editora Cobogó), pelo jornalista e pesquisador Hugo Sukman. Neste LP, que é peça-chave para o entendimento daquele período, mobilizada pela profundidade social do samba do morro, Nara realizou um trabalho, acima de tudo, político. “Esse primeiro disco, para mim, foi falar de uma coisa que eu achava muito importante, falar dos problemas brasileiros. Eu tinha muito a ideia de reportagem musical, mostrar ao pessoal de Copacabana o que o morro faz, uma coisa de reportagem mesmo”, contou Nara. A narrativa evidencia a maneira pela qual o disco foi capaz de capturar o zeitgeist, o espírito daquela época, para produzir uma obra definitiva e atemporal. Ao se debruçar sobre sua criação e suas canções, Sukman ilumina a trajetória da artista visionária que foi Nara Leão enquanto guia o leitor por uma saborosa história não só da música brasileira como também do Brasil e de sua cultura.
Contexto da obra
Na área de Música, obras como esta costumam ganhar força quando articulam escuta, repertório e contexto cultural. “Nara leao – Nara 1964”, de Hugo Sukman, publicado pela editora Cobogó, em 2022 e com 224 páginas, integra a categoria Livros de Música. Na prática, isso ajuda a entender melhor como a obra pode servir tanto à memória quanto ao estudo e à escuta.
Editora: Cobogó
Páginas: 224
Ano: 2022
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 6556910546
ISBN13: 9786556910543
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,200
- Altura (cm): 19,00
- Largura (cm): 13,00
- Espessura (cm): 1,00
Sobre a editora
Os livros da editora Cobogó costumam apresentar uma experiência de leitura que combina rigor documental e sensibilidade artística, frequentemente explorando o universo das artes visuais, da música e do teatro. O catálogo revela obras que transitam entre o relato histórico e o ensaio crítico, com textos que aprofundam processos criativos, bastidores culturais e debates contemporâneos. Há uma atenção especial à construção de narrativas que dialogam com contextos políticos e sociais, como a denúncia da violência, a memória cultural e as questões identitárias, sempre com um tom que pode variar do poético ao didático. Essa diversidade se manifesta em obras que ora privilegiam o formato de entrevistas e depoimentos, ora se dedicam à análise detalhada de álbuns musicais ou à documentação de performances artísticas.
