
Título: Narcisismo: Autoestima, Identidade, Alteridade
Autor: Hornstein Luis
Sinopse: A psicanálise tem que se confrontar cada vez mais com uma clínica em que os transtornos narcísicos se evidenciam como risco de fragmentação, perda de vitalidade, alterações da autoestima. Daí a necessidade de repensar o narcisismo para dar conta deste movimento em que o objeto se transforma em sujeito através das vicissitudes pulsionais e seu devir identificatório. Não haverá teoria do sujeito se não for esclarecido o trajeto entre a indiscriminação transubjetiva e a aceitação da alteridade e do devir. Seria o transtorno narcísico uma fraqueza egoica? Refere-se a uma pobreza da autoestima? Ou se trata de uma patologia do caráter?
Contexto da obra
Na Psicologia, livros como este costumam interessar tanto pela formação quanto pela reflexão que propõem. “Narcisismo: Autoestima, Identidade, Alteridade”, de Hornstein Luis, publicado pela editora Via Lettera Editora, em 2009 e com 224 páginas, integra a categoria Livros de Psicologia. Esse enquadramento ajuda a situar melhor a obra entre leitura acadêmica, interesse clínico e reflexão sobre experiência humana.
Editora: Via Lettera Editora
Páginas: 224
Ano: 2009
Edição: Psicologia
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 857636090X
ISBN13: 9788576360902
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,240
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 3,00
Sobre a editora
Os livros da editora Via Lettera Editora costumam explorar temas ligados à psicanálise, cultura e sociedade com um olhar que combina rigor teórico e sensibilidade narrativa. A experiência de leitura frequentemente envolve reflexões sobre a condição humana, seja por meio de ensaios que discutem conceitos como o complexo de Édipo ou a sexualidade, seja por meio de narrativas que valorizam a diversidade e a vida interior dos personagens. O tom varia entre o didático e o poético, com obras que vão de análises clínicas a relatos que convidam à contemplação e ao silêncio. O catálogo apresenta um equilíbrio entre textos mais densos e outros que privilegiam a dimensão afetiva e o cotidiano, sugerindo uma ponte entre o pensamento crítico e a experiência sensível.
