
Título: Narcotráfico e violência no campo
Autor: Santiago Villaveces-Izquierdo
Sinopse: O capitalismo ilícito está presente na área rural. O conluio entre as forças do crime organizado e setores político-administrativos favorece o processo de lavagem de dinheiro. A face desse capitalismo ilícito conhecida como narcotráfico ameaça famílias de camponeses e a economia do país. A maconha já integra a cadeia produtiva da agricultura nacional, podendo ser considerada um narcoagronegócio. O Brasil funciona como rota do tráfico de cocaína para os grandes mercados de consumo, posto de comercialização e território livre para a lavagem do narcodólar. Produzir uma discussão substantiva sobre o narcotráfico no campo, fundamentada em vivência ou pesquisa sistemática, é o propósito desta obra.
Contexto da obra
Nas Ciências Sociais, obras como esta costumam interessar pela forma como ampliam a leitura da sociedade. “Narcotráfico e violência no campo”, de Santiago Villaveces-Izquierdo, publicado pela editora DP&A Editora, em 2000 e com 288 páginas, integra a categoria Livros de Ciências Sociais. Por isso, o livro tende a ganhar força quando lido também como ferramenta de compreensão do mundo social.
Editora: DP&A Editora
Páginas: 288
Ano: 2000
Edição: Geral
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8574900192
ISBN13: 9788574900193
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,390
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,50
Sobre a editora
Os livros da editora DP&A Editora oferecem uma leitura que combina rigor acadêmico e reflexão crítica, frequentemente ancorada em temas sociais e educacionais contemporâneos. O catálogo privilegia obras densas, que exploram desde a história política e social do Brasil até debates atuais sobre educação, direitos humanos e globalização. A linguagem tende a ser analítica e fundamentada, com textos que dialogam com pesquisadores, educadores e profissionais interessados em compreender processos sociais complexos. Há uma atenção clara para o contexto brasileiro, mas também para conexões internacionais, especialmente em temas como neoliberalismo, políticas públicas e epistemologia. O ritmo dos textos é geralmente mais denso e reflexivo, exigindo do leitor uma postura ativa e crítica.
