
Título: NARRAR A DITADURA
Autor: Lu Almeida
Sinopse: Narrar a ditadura, gênero e memória no documentário brasileiro é uma reflexão sobre a guinada subjetiva e o protagonismo das mulheres em narrativas documentais que tangenciam as memórias da ditadura civil-militar no Brasil. A partir da análise de oito documentários produzidos por diretoras, entre 1996 e 2013, identificam-se três mecanismos de reconstrução de histórias de vida e interpretação de uma memória pública: a prevalência do self, a exposição do fragmento de si, a montagem de relatos verossímeis diante da perda e do trauma de familiares. Essa produção cinematográfica Pós-Retomada caracteriza-se por narrativas construídas a partir de afetos subjetivantes e de uma perspectiva de gênero que imprime uma memória vicária no pós-ditadura. Ao passo que democratizaram afecções por meio de imagens pedagógicas sobre o passado, tais filmes deixam evidente como políticas de reparação, de justiça e de verdade ainda permanecem em disputa no país.
Contexto da obra
Na área de Cinema e Artes Performáticas, livros como este costumam ampliar repertório e leitura crítica. “NARRAR A DITADURA”, de Lu Almeida, publicado pela editora Appris Editora, em 2022 e com 248 páginas, integra a categoria Livros de Cinema e Artes Performáticas. Esse contexto costuma ser útil para entender melhor o alcance formativo e interpretativo do livro.
Editora: Appris Editora
Páginas: 248
Ano: 2022
Edição: 1
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 6525034337
ISBN13: 9786525034331
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,300
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 1,40
Sobre a editora
Os livros da editora Appris Editora apresentam um olhar atento a temas contemporâneos e questões sociais, educacionais e culturais, com textos que transitam entre análises teóricas e relatos práticos. A experiência de leitura frequentemente envolve reflexões críticas sobre educação, saúde, direitos humanos e práticas profissionais, com uma linguagem que varia entre o acessível e o acadêmico, sempre com densidade conceitual. O catálogo indica uma preocupação com a formação de sujeitos em contextos diversos, desde a infância até a vida adulta, e com temas que dialogam com políticas públicas, inovação e práticas interdisciplinares. Há obras que exploram desde o ensino formal e suas metodologias até debates sobre sexualidade, envelhecimento, cultura e memória, revelando um perfil editorial que privilegia o aprofundamento e a problematização social.
