
Título: Narrativas do Humanismo
Autor: Michel Serres
Sinopse: Volume final da tetralogia iniciada com Hominescências Nesta obra espetacular, Michel Serres nos conta uma das mais longas narrativas do mundo, uma história da qual homens e mulheres, saídos um dia da África, se encontram hoje, dezenas de milhares de anos após terem se separado. Não é linear, nem tampouco previsível. O autor explica como ele mesmo não conseguiu atravessar a pé o imenso continente-berço e por que já não acreditamos na história das pátrias e das nações. Serres também explana sobre temas como a razão pela qual Orfeu deixou escapar a sua Eurídice; a que trabalho indispensável se dedicaram as nove Musas; como marinheiros se tornaram voluntariamente leões e mosquitos; por que as estátuas assírias possuem asas e cascos; de que modo os deuses astecas combinam plumas e pelos; e, por fim, por que Eva foi desobediente no paraíso. Em resumo, ele discorre nesta obra sobre como a raça humana se tornou bem-sucedida ou fracassada. Na impossibilidade de definir o Homem, o autor o relata e estas várias narrativas desenham um novo humanismo. Em Narrativas do Humanismo celebra-se o casamento dos contos com o saber.
Contexto da obra
Na Filosofia, obras como esta costumam ganhar força pela densidade das ideias e pelo tipo de reflexão que propõem. “Narrativas do Humanismo”, de Michel Serres, publicado pela editora Bertrand Brasil, em 2015 e com 304 páginas, integra a categoria Livros de Filosofia. Por isso, o contexto da obra costuma dizer bastante sobre a maneira mais produtiva de lê-la.
Editora: Bertrand Brasil
Páginas: 304
Ano: 2015
Edição: Filosofia
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8528619117
ISBN13: 9788528619119
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,330
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,80
Sobre a editora
Os livros da editora BERTRAND BRASIL apresentam uma experiência de leitura que mescla narrativas intensas e reflexões aprofundadas, transitando entre o romance histórico, o thriller psicológico e o ensaio crítico. O catálogo sugere um interesse por personagens complexos, como jovens mulheres em processos de autodescoberta, figuras históricas envoltas em conflitos políticos e sociais, além de histórias urbanas marcadas por tensões cotidianas. A linguagem varia do poético ao direto, com textos que exploram tanto o drama íntimo quanto o panorama amplo de questões sociais e culturais.
