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Navegações e Regressos

Título: Navegações e Regressos

Autor: Pablo Neruda

Sinopse: “Navegações e Regressos” (1959) pertence àquela safra em que o poeta, consagrado e feliz, se mostra tão aberto a explorar o mundo (as “navegações”) como a voltar-se para si mesmo (os “regressos”). “Venho do mar, de todos os idiomas”, escreve ele. “Recolhi pensamentos, pedras, flores.” Um cheiro forte de mar parece se desprender das páginas do livro. Pablo Neruda (1904-73) escreve poemas para os amigos, canta as coisas do mar, as andorinhas, Louis Aragon, a cama, a mesa, Lênin, o elefante, o gato. Neste seu último livro de “odes elementares”, a disponibilidade não tem tamanho e até mesmo “as coisas” se tornam musas: “Gosto das pinças/ das tesouras,/ adoro/ as xícaras,/ as argolas,/ as sopeiras”. Mas o sentido forte da palavra “regressos” só pode ser um: a “terra de cintura fina” que ele canta num dos poemas mais bonitos do volume, “Ao Chile, de volta”: “Nunca fiz mais que te dar”, diz o poeta. Nesta que é a primeira tradução do livro para o português, José Rubens Siqueira torna Neruda ainda mais nosso. Paulo Werneck Editor da Ilustríssima

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Navegações e Regressos”, de Pablo Neruda, publicado pela editora Folha de S.Paulo, em 2012 e com 200 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Folha de S.Paulo

Páginas: 200

Ano: 2012

Edição:

Linguagem: português

ISBN: 8579490553

ISBN13: 9788579490552

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Pablo Neruda oferece um mergulho intenso em emoções que transitam entre a melancolia e a celebração da vida. Sua voz poética é marcada por imagens sensoriais que evocam o amor em suas múltiplas formas — ora sensual e apaixonado, ora nostálgico e contemplativo. A prosa poética alterna entre momentos de lirismo fluido e passagens carregadas de tensão política e social, revelando um poeta que não se limita ao íntimo, mas também se posiciona diante dos dilemas do mundo. A experiência de leitura é, portanto, uma oscilação entre o pessoal e o coletivo, o efêmero e o eterno, com uma linguagem que pode ser ao mesmo tempo direta e profundamente simbólica.

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