
Título: Negatividade e Vínculo: A mestiçagem como ideologia
Autor: Maria Inês Assumpção Fernandes
Sinopse: Como as pessoas se encontram nas múltiplas e diversas relações sociais? Como tecem seus vínculos? Por quais alianças os mantêm? Essas são algumas indagações que impulsionaram a reflexão que se encontra neste livro, originária da tese de livre-docência de Maria Inês Assumpção Fernandes intitulada Mestiçagem e Ideologia: algumas reflexões sobre a negatividade na construção dos laços sociais. Esta importante obra é fruto de preocupações político-teóricas e as decorrentes modalidades de intervenção no âmbito da Psicologia Social. Tem como eixo um rico jogo de ideias e de hipóteses teóricas acerca das modalidades de subjetivação da cultura, cujo objetivo emblemático de estudo atém-se à questão da mestiçagem como ideologia. Nesta obra, a autora, mais uma vez, apresenta-se fiel ao seu movimento de sempre buscar desvendar as brechas por onde os processos de violência se reproduzem. Esse é um importante desafio que diz respeito à "nossa capacidade para reconhecer a diferença e torná-la presente no viver".
Contexto da obra
Na Psicologia, livros como este costumam interessar tanto pela formação quanto pela reflexão que propõem. “Negatividade e Vínculo: A mestiçagem como ideologia”, de Maria Inês Assumpção Fernandes, publicado pela editora Casa do Psicólogo, em 2005 e com 168 páginas, integra a categoria Livros de Psicologia. Esse enquadramento ajuda a situar melhor a obra entre leitura acadêmica, interesse clínico e reflexão sobre experiência humana.
Editora: Casa do Psicólogo
Páginas: 168
Ano: 2005
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9798573964386
Sobre a editora
Os livros da editora Casa do Psicólogo convidam a uma imersão em temáticas ligadas à psicologia, psicanálise e áreas afins, com foco em aprofundamento clínico, social e educacional. A experiência de leitura costuma ser marcada por um tom reflexivo e didático, que privilegia o diálogo entre teoria e prática, seja na análise de casos, na discussão de conceitos ou na apresentação de pesquisas. O catálogo indica um interesse por temas como saúde mental, desenvolvimento humano, processos psicoterápicos, além de questões sociais contemporâneas, como vulnerabilidade juvenil e relações de gênero. Há obras que equilibram abordagens mais técnicas com outras que exploram narrativas e relatos clínicos, criando um ritmo que pode ser tanto denso quanto acessível.
