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Nenhuma palavra de amor

Título: Nenhuma palavra de amor

Autor: Odailta Alves

Sinopse: Compromtida e visceral, a escritora de “alma preta” de Odailta Alves faz pulsar a força polítca da esperiência diaspórica negra e feminina. Da provocação do título ao seu conteúdo, cada palavra dessa poeta produz um gesto de contraviolência à investiga genocida/epistemcida do estado colonial brasileiro. Assim, Nenhuma palavra de amor guarda na estética da precariedade, da falta, vontades de liberdade, através de versos que expressam lutas cotidianas pela sobrevivência e muito amor à humanidade. Na cidade de Recife, suas memórias pretas trançam em língua portuguesa a escrevivência atravessada pela força ancestral, e fazem emergir da matéria violenta do cotidiano racista, machista e excludente tensões que explodem entre as experiências históricas e estéticas marcadas por silenciamentos diversos. Poderia arriscar que a poética da autora é do fluxo das vozes negras diaspóricas do hip hop enquanto potência cultural periférica, que escancara as existências precárias e potentes de corpos negrxs nas cidades do mundo. Silvana Carvalho da Fonseca

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Nenhuma palavra de amor”, de Odailta Alves, publicado pela editora Segundo Selo, em 2020 e com 88 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Segundo Selo

Páginas: 88

Ano: 2020

Edição:

Linguagem: português

ISBN: 6586754097

ISBN13: 9786586754094

    Sobre a editora

    Os livros da editora Segundo Selo exploram temas ligados à cultura negra, identidade e pensamento crítico, com uma presença marcante da diáspora africana e da experiência periférica. A leitura frequentemente envolve um mergulho em narrativas que articulam história, filosofia e poesia, com uma linguagem que pode variar do ensaio acadêmico ao relato mais pessoal e poético. O catálogo sugere obras que discutem desde a construção de identidades culturais até as tensões do racismo estrutural, passando por reflexões filosóficas e dramatúrgicas. Há um equilíbrio entre textos densos e outros com ritmo mais leve e humor sutil, indicando diversidade no tom e na forma.

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