
Título: Netochka Nezvanova
Autor: Fiódor Dostoiévski
Sinopse: Niétotchka Niezvânova (1849) é um romance único dentro da obra de Dostoiévski e inovador em sua época por prenunciar algumas descobertas da psicanálise. Como observou André Gide, o autor russo buscava mostrar a "gênese dos sentimentos" no momento da eclosão de seus aspectos mais contraditórios. O projeto inicial de Dostoiévski era escrever um grande romance que descrevesse a evolução de uma personagem desde a infância até a maturidade. Contudo, após dez anos de prisão na Sibéria, o autor acabou antecipando a finalização da obra. Niétotchka representa o drama ético da adolescência: a ambiguidade de sentimentos em relação aos pais, o desamparo, as escolhas afetivas que definirão seu destino e a sublimação dos desejos impossíveis. Nesta tradução direta do russo, acompanhada de posfácio, toda a exuberância do universo dostoievskiano está preservada pelo rigoroso trabalho de Boris Schnaiderman.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Netochka Nezvanova”, de Fiódor Dostoiévski, publicado pela editora Editora 34, em 2002 e com 224 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Editora 34
Páginas: 224
Ano: 2002
Edição:
Linguagem: português
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Sobre a editora
Os livros da editora Editora 34 oferecem uma experiência de leitura que combina densidade intelectual com diversidade temática, transitando entre narrativa literária, ensaios filosóficos e estudos históricos. O catálogo privilegia obras que exploram a complexidade da condição humana, seja por meio de romances com personagens multifacetados, seja por análises críticas que dialogam com a política, a arte e a cultura. Muitos títulos apresentam um tom reflexivo e, por vezes, crítico, com narrativas que podem ser tanto mais literárias e ficcionais quanto mais analíticas e teóricas. A presença de traduções diretas e cuidadosas reforça um compromisso com o rigor e a fidelidade textual, além de abrir espaço para autores clássicos e contemporâneos de diferentes tradições.
