
Título: Nietzche e a Justiça
Autor: Melo Rezende
Sinopse: Em Nietzche e a Justiça, Eduardo Rezende Melo empreende uma leitura rigorosa da noção de justiça no pensamento nietzschiano. Pesquisando-o, num ingente e metódico corpo-a-corpo textual, desvenda-o na rica profundeza de seus meandros. Abordada na sua polissemia, a justiça é apresentada, qual uma partitura musical, como um tema com variações, cujas nuanças, inflexões e diferentes significados emergem de uma forma cíclica, porém numa semântica aberta e constantemente enriquecida por novos olhares, pondo assim em xeque e desconstruindo o caráter massificante da moral tradicional e o seu vigente imperativo da obediência e da submissão na relação humana. Propõe-se, pois, aqui, ao leitor deste ensaio interpretativo, com base na ética do indivíduo, o chamado que o grande contestador de ''''verdades'''' filosóficas tidas como apodícticas faz para a responsabilidade emancipadora. Aceitar o seu desafio é propor-se à luta e ao risco incomensurável a fim de justificar o sentido e a perspectiva de vida do homem, a partir de uma problematização crescente dos falsos valores transcendentes.[J. G.]
Contexto da obra
Na Filosofia, obras como esta costumam ganhar força pela densidade das ideias e pelo tipo de reflexão que propõem. “Nietzche e a Justiça”, de Melo Rezende, publicado pela editora Editora Perspectiva, em 2010 e com 216 páginas, integra a categoria Livros de Filosofia. Por isso, o contexto da obra costuma dizer bastante sobre a maneira mais produtiva de lê-la.
Editora: Editora Perspectiva
Páginas: 216
Ano: 2010
Edição: 1
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 852730693X
ISBN13: 9788527306935
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,410
- Altura (cm): 22,50
- Largura (cm): 12,50
- Espessura (cm): 1,40
Sobre a editora
A leitura dos livros da editora Editora Perspectiva conduz a um mergulho em temas densos e reflexivos, que transitam entre o pensamento crítico, a análise social e a produção cultural. O catálogo privilegia obras que abordam questões históricas, filosóficas e sociopolíticas com rigor analítico, frequentemente ancoradas em contextos latino-americanos ou brasileiros. O tom é predominantemente sério e argumentativo, com narrativas que variam entre ensaios detalhados e textos que dialogam com a tradição intelectual, como estudos sobre linguística, educação, teatro e arte. Embora haja obras com um ritmo mais acadêmico, outras apresentam um estilo mais narrativo, como crônicas que exploram experiências humanas e culturais, revelando certa diversidade no formato e no enfoque.
