
Título: Nietzsche e a vivência de tornar-se o que se é
Autor: Jorge Luiz Viesenteiner
Sinopse: Este trabalho tem por objetivo analisar a fórmula nietzscheana “tornar-se o que se é”. Ela e uma alteração da expressão de Píndaro feita por Nietzsche, que o preocupou desde os tempos de estudante até ser publicada como subtítulo de Ecce homo. Minha hipótese é que a fórmula “tornar-se o que se é” pode ser compreendida através do conceito de “vivência” (Erlebnis). Vivência significa estar ainda presente na vida quando algo acontece, porém, nunca estamos conscientes da vivência quando ainda a atravessamos. Neste caso, a vivência é um contra-conceito da razão e, como tal, é compreendida como pathos. Trata-se de uma noção que, como pathos, não pode ser conceitualmente sistematizada e nem sequer comunicada através de signos linguísticos, pois tão logo a racionalizamos ou comunicamos, deixa de ser uma vivência. “Tornar-se o que se é”, porém, acontece unicamente na vida e precisamente através das vivências, de modo que “tornar-se” se converte em um imenso processo de experimentação essencialmente fluido.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Nietzsche e a vivência de tornar-se o que se é”, de Jorge Luiz Viesenteiner, publicado pela editora Phi, em 2013 e com 323 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Phi
Páginas: 323
Ano: 2013
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8566045114
ISBN13: 9788566045116
