
Título: Nietzsche e o Espírito Latino
Autor: Giuliano Campioni
Sinopse: O Nietzsche da mitologia “germânica” dá lugar, aqui, ao filósofo refinado que de Nice, no inverno de 1883, inicia sua viagem a Cosmópolis, lugar ideal, distante das tribulações nacionais. Se em Nice ele encontra as novidades parisienses, dos psicólogos mais finos aos “romanciers de boulevard” (como Paul Bourget), desde Humano, demasiado Humano manifesta interesse pela cultura neolatina. Autores maiores e menores, “maîtres de l’heure” como Taine e Renan, contribuem para constituir a trama de uma filosofia que se distancia cada vez mais da miséria alemã e encontra em Paris, “capital do século XIX”, ao lado da dissecação analítica dos herdeiros de Stendhal, muitas naturezas tropicais, monstros, heróis, doentes da vontade. Desse material experimental, desse caos incandescente, poderá surgir o homem novo, europeu e supraeuropeu.
Contexto da obra
Na Filosofia, obras como esta costumam ganhar força pela densidade das ideias e pelo tipo de reflexão que propõem. “Nietzsche e o Espírito Latino”, de Giuliano Campioni, publicado pela editora Edições Loyola, em 2016 e com 384 páginas, integra a categoria Livros de Filosofia. Por isso, o contexto da obra costuma dizer bastante sobre a maneira mais produtiva de lê-la.
Editora: Edições Loyola
Páginas: 384
Ano: 2016
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8515043688
ISBN13: 9788515043682
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,402
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 2,40
Sobre a editora
Os livros da editora Edições Loyola convidam o leitor a uma imersão em temas ligados à filosofia, teologia e espiritualidade, com abordagens que transitam entre o rigor acadêmico e a linguagem acessível. O catálogo privilegia obras que exploram a reflexão ética, a experiência religiosa e o pensamento crítico, muitas vezes ancorados em tradições cristãs e no diálogo com a cultura contemporânea. A leitura desses textos costuma exigir atenção ao desenvolvimento de argumentos densos, mas é também marcada por momentos de clareza didática e por um tom contemplativo. Há obras que apresentam compêndios clássicos, como tratados teológicos, e outras que adotam um estilo quase poético para discutir a condição humana e a fé.
