
Título: Ninguém me Convidou
Autor: Allan Sieber
Sinopse: Ninguém me convidou é resultado da parceria de Allan Sieber com seu pai, Jouralbo Sieber. Os dois se uniram para recontar histórias e casos da vida de Jouralbo, desenhista da publicidade gaúcha dos anos 1940 até 1990. 'Hoje, vejo claramente que, além de querer contar a(s) história(s) dele, eu queria fazer esse livro para ficar ao lado do meu pai e ouvi-las. [...] Vendo suas histórias reunidas aqui sou obrigado a concluir que ele me influenciou muito mais do que eu imaginava. Nossa vida não daria um filme hollywoodiano ridículo do tipo 'meu pai me ensinou a andar de bicicleta, a dirigir e a me barbear'. Não, meu querido pai me ensinou - não com palavras - uma coisa muito mais preciosa que isso: seja você mesmo, sem concessões. Não seja um puxa-saco, por mais que a vida lhe imponha isso. Nade contra a corrente com braçadas fortes. Obrigado, Jouralbo. De um jeito ou de outro acho que aprendi a lição.' -- Do prefácio de Allan Sieber
Contexto da obra
Nas biografias, obras como esta costumam chamar atenção pelo encontro entre trajetória pessoal e contexto histórico. “Ninguém me Convidou”, de Allan Sieber, publicado pela editora Conrad, em 2010 e com 112 páginas, integra a categoria Livros de Biografias. Por isso, o livro tende a ganhar mais profundidade quando o leitor observa também o mundo que se desenha ao redor da trajetória narrada.
Editora: Conrad
Páginas: 112
Ano: 2010
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8576164191
ISBN13: 9788576164197
Sobre a editora
Os livros da editora Conrad costumam apresentar narrativas que transitam entre o fantástico, o histórico e o cultural, muitas vezes com um tom gráfico ou visual marcante. O catálogo traz desde histórias que exploram tragédias reais, como massacres políticos, até aventuras urbanas e mistérios ambientados em cidades imaginárias ou subterrâneas. Há uma presença significativa de quadrinhos, mangás e graphic novels, que mesclam ação, fantasia e dramas pessoais, além de obras que dialogam com a cultura pop, música e videogames. A leitura tende a variar entre o mais narrativo e o mais informativo, com textos que ora exploram a dimensão emocional dos personagens, ora apresentam reflexões filosóficas e sociais. A Conrad parece privilegiar histórias que envolvem conflitos intensos, sejam eles internos, sociais ou sobrenaturais, com um ritmo que pode ser tanto ágil quanto contemplativo, dependendo da obra.
