
Título: Ninguem Morreu Naquele Outono
Autor: Manoella Valadares
Sinopse: Neste livro de estreia, a poesia de Manoella Valadares assume seu devir-medusa, na medida em que, como uma água-viva, flutua pelas, às vezes, densas águas do cotidiano. Por esse fluxo, o título emerge em um lugar ambíguo entre a afirmação e a interrogação — a certeza de que ninguém morreu se confunde com a dúvida sobre uma possível morte, ainda não enunciada. Isso não quer dizer, no entanto, que os poemas, em seu conjunto, narrem uma história calcada nessa dualidade. Na realidade, eles mobilizam uma certa teatralidade que elenca e justapõe cenas turvas, quase submarinas, anfíbias, de modo que “Ninguém morreu naquele outono”, tomado em sua totalidade, funcione como um festival de pequenas peças que dialogam sem que uma explique ou elucide a outra. Por essas águas, sempre que algo é dito, em outro movimento, algo se perde; eis aí o nado ondulatório da medusa.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Ninguem Morreu Naquele Outono”, de Manoella Valadares, publicado pela editora Telaranha, em 2024 e com 86 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Telaranha
Páginas: 86
Ano: 2024
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 6585830075
ISBN13: 9786585830072
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,150
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