
Título: Ninguém Para Me Acompanhar
Autor: Nadine Gordimer
Sinopse: Na realidade duríssima da África do Sul, com o regime do apartheid ainda em vigor, a violência crescendo no campo e nas cidades, uma mulher dedica sua vida a uma fundação, lutando pelo acesso dos negros à terra. Quando o país começa a mudar e o regime dá sinais de perder força, ela deixa para trás sua antiga vida familiar, como se tudo o que viveu até então fosse apenas um trampolim para uma mutação mais ampla e significativa.Verdadeiro testemunho da luta anti-apartheid, Ninguém para me acompanhar - o mais recente romance de Nadime Gordimer, prêmio Nobel de Literatura de 1991 - é um livro calcado em experiências-limite, em vivências extremas de amor, amizade e ação política. Escrito com rigor e paixão, proporciona ao leitor uma reflexão profunda sobre a condição do homem contemporâneo.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Ninguém Para Me Acompanhar”, de Nadine Gordimer, publicado pela editora Companhia das Letras, em 1996 e com 296 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 296
Ano: 1996
Edição: 1
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8571645833
ISBN13: 9788571645837
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,351
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,50
Sobre a editora
Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.
