
Título: Ninguém Quis Saber
Autor: Mari Jungstedt
Sinopse: HENRY FOI em tempos um ótimo jornalista/fotógrafo e vivia uma vida regalada com a sua mulher e filha, mas com o decorrer do tempo o álcool começou a tomar conta dele, passando a ser um dos seus melhores amigos, até um dia se tornar o único. A família abandonou-o, perdeu o emprego e os seus dias se tornaram um inferno provocado pela dependência. A vida de Henry ficou reduzida ao álcool, ao jogo e às noites boêmias até à inconsciência, embora por vezes em momentos de maior lucidez Henry ainda exercia a sua paixão pela fotografia. Fanny é uma jovem de 14 anos, que devido ao alcoolismo da sua mãe, foi obrigada a se tornar uma adulta precoce, para poder cuidar da mãe e de si própria. Mas por vezes esse crescimento precoce trás consequências, nem sempre a cabeça de uma jovem ainda criança, consegue aguentar tamanha pressão e responsabilidades, aliás isso nem deveria acontecer. Fanny se desvia da vida normal que se espera de uma jovem da sua idade, o que a leva a seguir por um caminho sem retorno. Em comum, ambos tinham um destino traçado, a morte, nas mãos de um assassino. Knutas é o investigador responsável pela investigação das suas mortes, um quebra-cabeças, devido à dificuldade em encontrar pistas que o levem ao autor dos crimes. Mas estarão relacionados ou serão casos isolados?
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Ninguém Quis Saber”, de Mari Jungstedt, publicado pela editora Contraponto, em 2004 e com 236 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Contraponto
Páginas: 236
Ano: 2004
Edição:
Linguagem: português
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ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Contraponto convidam a uma leitura que transita entre a reflexão histórica, o pensamento crítico e a narrativa que valoriza a profundidade intelectual. O catálogo revela obras que abordam temas como biografias de figuras históricas, análises políticas e sociais, além de ensaios que exploram a cultura contemporânea e a condição humana. A linguagem costuma ser densa e precisa, com textos que exigem atenção ao detalhe e oferecem múltiplas camadas de interpretação. Há uma presença marcante de obras que dialogam com o passado para iluminar questões atuais, apresentando um ritmo que varia entre o didático e o contemplativo.
