
Título: Ninhos e Revides. Esteticas e Fundamentos. Labias e Jogo-de-Corpo
Autor: Allan Da Rosa
Sinopse: Em Ninhos e revides, Allan da Rosa é o curador de arte. Ao longo destas páginas, sua exposição poética de pensamentos, ideias e ensaios constrói um caminho que perpassa a produção literária de consagrados nomes da literatura negra. Como numa verdadeira exposição de arte, em que as obras direcionam o espectador para uma profusão estética, Rosa nos coloca diante de territórios artísticos de igual grandeza. Seja pela literatura pós-modernista de Conceição Evaristo, seja a performance musical de Itamar Assumpção, seja a poesia marcada pela identidade racial e social de Solano Trindade, seja a proficuidade do pensamento contemporâneo de Muniz Sodré e tantos outros nomes do cenário nacional e internacional que marcaram não só a trajetória literária de Allan da Rosa, mas que estabeleceram vínculos culturais e sociais profundos com a sociedade contemporânea.
Contexto da obra
Na área de Artes, livros como este costumam interessar pelo repertório visual e pela reflexão estética. “Ninhos e Revides. Esteticas e Fundamentos. Labias e Jogo-de-Corpo”, de Allan Da Rosa, publicado pela editora Editora Nós, em 2022 e com 208 páginas, integra a categoria Livros de Artes. Esse contexto costuma ser útil para perceber como o livro pode ampliar olhar e sensibilidade.
Editora: Editora Nós
Páginas: 208
Ano: 2022
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8569020627
ISBN13: 9788569020622
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,180
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 1,00
Sobre a editora
Os livros da editora Editora Nós convidam o leitor a um mergulho em universos literários que transitam entre o coloquial e o experimental, o íntimo e o social. A oralidade periférica, a poesia que dialoga com o concreto e o manifesto, e narrativas que exploram a subjetividade em múltiplas vozes são marcas recorrentes. O catálogo revela uma atenção especial a temas como a resistência cultural, o feminismo crítico, e a complexidade das relações humanas em contextos contemporâneos, muitas vezes tensionados por violência, exclusão ou memória. A escrita varia do tom visceral e urgente ao lírico e sensorial, com ritmo que pode ser tanto vertiginoso quanto meditativo, dependendo da obra. Em alguns casos, há uma aposta clara na experimentação formal, seja pela fragmentação narrativa ou pelo uso de grafismos e diálogos internos.
