
Título: Nintendo World #75: GoldenEye Rogue Agent: É Bom ser Mau
Autor: Autor Desconhecido
Sinopse: Nintendo World 75 - Novembro de 2004 Hot Shots Se você estava na dúvida de qual seria seu presente de nata;,agora você sabe Previews Só a bandidagem na Nintendo: a Rockstar invade o GBA com GTA Advance Especial - GoldenEye RA Mais vilões para você. Será que esse novo Bond-game é Bond-bola? Estratégia - Tales of Symphonia Tudo bem, agoa vocês podem parar de mandar cartas pedindo ToS destrinchado aqui! N-mail Critique,discuta e reclame, Ou elogie. Pode até nos mandar dinheiro NintendiversÃO Quer testar seu conhecimento de clássicos do Nintendinho? Pokémon World O campeonato brasileiro de Pokémon está chegando. Tire a poeira do GBA Dicas Você pode até dizer que dicas são parcos. Mas um dia precisará delas Reviews Avaliação dos jogos para GBA e que acabram de chegar a redação Retrô 007 GoldenEye,até considerado uma das melhores aventuras no N64 Linha Cruzada Pablo e Trivela voltam a discutir. Um dia esses dois casam
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Nintendo World #75: GoldenEye Rogue Agent: É Bom ser Mau”, de Autor Desconhecido, publicado pela editora Conrad, em 2004 e com 64 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Conrad
Páginas: 64
Ano: 2004
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Conrad costumam apresentar narrativas que transitam entre o fantástico, o histórico e o cultural, muitas vezes com um tom gráfico ou visual marcante. O catálogo traz desde histórias que exploram tragédias reais, como massacres políticos, até aventuras urbanas e mistérios ambientados em cidades imaginárias ou subterrâneas. Há uma presença significativa de quadrinhos, mangás e graphic novels, que mesclam ação, fantasia e dramas pessoais, além de obras que dialogam com a cultura pop, música e videogames. A leitura tende a variar entre o mais narrativo e o mais informativo, com textos que ora exploram a dimensão emocional dos personagens, ora apresentam reflexões filosóficas e sociais. A Conrad parece privilegiar histórias que envolvem conflitos intensos, sejam eles internos, sociais ou sobrenaturais, com um ritmo que pode ser tanto ágil quanto contemplativo, dependendo da obra.
