
Título: No Degrau de Ouro
Autor: Tatiana Tolstaya
Sinopse: Poéticos, mágicos, melancolicamente cômicos, os contos de No degrau de ouro fizeram de sua autora, a russa Tatiana Tolstaya, a maior revelação da prosa soviética das últimas décadas. Com um lirismo que pode variar entre a mais terna delicadeza e a mais seca amargura, Tolstaya retrata personagens muitas vezes solitárias, vivendo as alegrias e misérias de um cotidiano marcado pela ausência de horizontes mais amplos. Crianças, velhos, pobres-diabos ou simplesmente seres humanos em busca de algum sonho perdido são as figuras-chave destes belíssimos contos cuja sensibilidade e poder evocativo - do que era e já não é mais, ou do que poderia ter sido - cativam o leitor com a mesma intensidade das grandes obras clássicas da literatura russa.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “No Degrau de Ouro”, de Tatiana Tolstaya, publicado pela editora Companhia das Letras, em 1990 e com 216 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 216
Ano: 1990
Edição: 1
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8571641455
ISBN13: 9788571641457
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,260
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,10
Sobre a editora
Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.
