
Título: No que Acredito. Pocket Plus
Autor: Russel Bertrand
Sinopse: "Russell escreveu a melhor prosa em língua inglesa de qualquer filósofo do século XX." The Times Nada é sagrado. Sexo, moral, política, sociedade – todo assunto é páreo para o gênio ácido e a mente lúcida de Bertrand Russell (1872-1970), o filósofo mais expressivo e engajado do século XX, ao lado de Sartre. Em No que acredito, publicado em 1925, ele reflete sobre o papel e a influência da religião na vida das pessoas. Trata-se de um livro emblemático do seu célebre e articulado ateísmo, além de ser um dos seus textos mais difundidos. As ideias desse ensaio eram – e ainda são – ousadas, controversas e, para os religiosos, extremamente blasfemas. Um trabalho notável, espirituoso e deliciosamente escrito, que é a melhor porta de entrada para a obra e o pensamento deste incomparável matemático e humanista. Com a mesma força com que repudia a fé religiosa, Russell acredita no ser humano, acima de todas as coisas.
Contexto da obra
Na Filosofia, obras como esta costumam ganhar força pela densidade das ideias e pelo tipo de reflexão que propõem. “No que Acredito. Pocket Plus”, de Russel Bertrand, publicado pela editora L&PM, em 2007 e com 112 páginas, integra a categoria Livros de Filosofia. Por isso, o contexto da obra costuma dizer bastante sobre a maneira mais produtiva de lê-la.
Editora: L&PM
Páginas: 112
Ano: 2007
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8525416010
ISBN13: 9788525416018
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,180
- Altura (cm): 17,80
- Largura (cm): 10,70
- Espessura (cm): 0,58
Sobre a editora
Os livros da editora L&PM oferecem uma experiência de leitura que transita entre o clássico e o contemporâneo, com obras que exploram desde narrativas densas e filosóficas até histórias leves e envolventes. O catálogo traz tanto romances policiais com tramas intricadas e personagens que investigam mistérios quanto crônicas e relatos de viagem que evocam imagens vívidas de culturas e lugares distantes. Há um cuidado evidente com a diversidade de temas, que vão da literatura juvenil e infantojuvenil até obras de não ficção sobre comportamento e história, sempre com uma linguagem acessível e um ritmo que pode variar entre o mais reflexivo e o mais ágil.
