
Título: No Reino das Girafas
Autor: Farid Jacqueline
Sinopse: Uma mulher enfrenta o desejo da separação do companheiro e as dúvidas desencadeadas pelo desejo, tendo como cenário a exuberância da Namíbia. A solitária viagem de carro pelas cinematográficas paisagens namibianas são o pano de fundo para reflexões sobre o amor, a natureza, viagens e os hábitos contemporâneos. Jacqueline Farid mistura diário de viagem e ficção para contar a história de dois personagens que se apaixonaram e reforçaram os laços afetivos no país africano – o mesmo que, paradoxalmente, será o território do seu rompimento. Como ocorre em toda viagem a paisagens longínquas e aos próprios sentimentos, o que a espera é o inesperado.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “No Reino das Girafas”, de Farid Jacqueline, publicado pela editora Editora Jaguatirica, em 2017 e com 110 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Editora Jaguatirica
Páginas: 110
Ano: 2017
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8556620752
ISBN13: 9788556620750
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,179
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 0,60
Sobre a editora
Os livros da editora Editora Jaguatirica convidam o leitor a explorar narrativas que transitam entre o cotidiano sensível e o universo espiritual, com uma forte presença de temas como transformação pessoal, memória e relações humanas. O catálogo revela obras que mesclam o realismo urbano, como o retrato das cidades brasileiras e suas contradições, com incursões em histórias de espiritualidade e reflexões filosóficas. Há uma atenção especial para personagens em jornadas de autoconhecimento, enfrentando dilemas morais e sociais, muitas vezes em contextos históricos ou contemporâneos que evocam tensões internas e externas. O tom das obras varia entre o contemplativo e o tenso, com uma linguagem que pode ser poética, envolvente e, por vezes, carregada de lirismo, sem perder o contato com o concreto e o palpável.
