
Título: No Way Down: Life and Death on K2
Autor: Graham Bowley
Sinopse: “No Way Down is both a gripping read and a clear-eyed investigation of the hubris, politics, and bad luck that brought on one of the worst disasters in modern mountaineering history.” — Michael Kodas, author of High Crimes: The Fate of Everest in an Age of Greed “Graham Bowley’s No Way Down does a great job of putting you on the mountain. It is a refreshingly unadorned account of the true brutality of climbing K2, where heroes emerge and egos are stripped down, and the only thing achieving immortality is the cold ruthless mountain.” — Norman Ollestad, author of Crazy for the Storm In the tradition of Into Thin Air and Touching the Void, No Way Down by New York Times reporter Graham Bowley is the harrowing account of the worst mountain climbing disaster on K2, second to Everest in height... but second to no peak in terms of danger. From tragic deaths to unbelievable stories of heroism and survival, No Way Down is an amazing feat of storytelling and adventure writing, and, in the words of explorer and author Sir Ranulph Fiennes, “the closest you can come to being on the summit of K2 on that fateful day.”
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “No Way Down: Life and Death on K2”, de Graham Bowley, publicado pela editora Harper, em 2010 e com 288 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Harper
Páginas: 288
Ano: 2010
Edição: 1
Linguagem: pt_BR
ISBN: 9780061834783
ISBN13: 9780061834783
Sobre a editora
Os livros da editora Harper revelam um catálogo marcado por narrativas que transitam entre o suspense policial ambientado em cenários áridos do sudoeste americano e histórias pessoais intensas, muitas vezes com personagens enfrentando dilemas internos profundos. A leitura frequentemente traz uma tensão crescente, seja em investigações criminais ou em dramas humanos, com um tom que varia do sombrio ao reflexivo. Há também espaço para obras que exploram a complexidade das emoções humanas, como romances que abordam relacionamentos difíceis e jornadas de autoconhecimento. O material sugere uma preferência por tramas que combinam ritmo envolvente com personagens bem delineados, capazes de prender o leitor tanto pelo enredo quanto pela profundidade psicológica.
