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Nocturno de Chile (Narrativas hispánicas)

Título: Nocturno de Chile (Narrativas hispánicas)

Autor: Roberto Bolaño

Sinopse: Sebastián Urrutia Lacroix, sacerdote y crítico literario, miembro del Opus Dei y poeta mediocre, revisa en una sola noche de fiebre alta los momentos más importantes de su vida, convencido de que está a punto de morir, aunque a medida que la noche avanza su fiebre va remitiendo y el delirio se atenúa con la parición de monstruos gélidos. Así, aparecen en la novela los señores Oido y Odeim, ambiguos encomenderos; Junger y un pintor guatemalteco que se deja morir de inanición en el París de 1943; el general Pinochet, a quien Urrutia Lacroix da clases de marxismo; una gira por Europa en la que el cura aprende a matar palomas; su amistad con Farewell, el pope de la crítica literaria nacional, que se hunde en una vejez balbuceante perpleja; las fiestas de una mujer misteriosa en cuya casona de las afueras se reúne lo más granado de la literatura chilena al tiempo que en el sótano, no visitado por ninguno de los huéspedes, se suceden acciones parangonables a una película de terror, todo esto mientras en las calles de Santiago impera el toque de queda y una normalidad aparente.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Nocturno de Chile (Narrativas hispánicas)”, de Roberto Bolaño, publicado pela editora Anagrama, em 2009 e com 150 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Anagrama

Páginas: 150

Ano: 2009

Edição:

Linguagem: pt_BR

ISBN:

ISBN13: 9788433924643

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Roberto Bolano é uma imersão em universos que oscilam entre o lírico e o sombrio, o íntimo e o expansivo. Sua prosa, ora densa e fragmentada, ora fluida e intensa, conduz o leitor por narrativas que misturam investigação, memória e reflexões sobre a literatura e a violência. O ritmo varia do contemplativo ao urgente, com personagens que vivem em fronteiras — geográficas, históricas e existenciais — e que frequentemente se deparam com mistérios que desafiam respostas fáceis. O humor, quando presente, é ácido e irônico, contrapondo-se a cenas de brutalidade e melancolia. Essa tensão constante entre o realismo cru e a dimensão quase onírica das histórias cria uma experiência de leitura que provoca questionamentos sobre a memória, a arte e o mal.

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