
Título: Noem (Whitedell Pride #24)
Autor: Catherine Lievens
Sinopse: Noem é o enfermeiro do orgulho. Ele ama o que faz, embora tenha visto muitos feridos desde que os caçadores decidiram que tinham um problema com o orgulho. Ainda assim, é melhor do que o seu futuro teria sido voltar com sua tribo, e ele é tão feliz quanto ele pode ser. Kay soube sobre shifters ea tribo desde que Troy, seu melhor amigo, deu à luz um filho. Ele se mudou para Whitedell para estar perto de Troy e do bebê, mas ele ainda está preocupado com os shifters, e ele não tem uma boa opinião sobre eles. Se fosse com ele, ele ficaria o mais longe que pudesse, mas significaria perder Troy novamente, e ele não está pronto para isso. Noem não esperava encontrar seu companheiro na cozinha da mansão, mas também não esperava que Kay lhe dissesse em seu rosto que não gostava de shifters e criaturas paranormais. Depois de conversar, eles concordam em tentar namorar, mas o upload de um vídeo mostrando um homem se transformando em um lobo pode fazer o mundo inteiro de Noem desmoronar. Será que Noem e Kay serão capazes de superar isso e ficar juntos? E se o fizerem, o que acontecerá com os caçadores ainda espreitando?
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Noem (Whitedell Pride #24)”, de Catherine Lievens, publicado pela editora Extasy Books, em 2016 e com 116 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Extasy Books
Páginas: 116
Ano: 2016
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora eXtasy Books costumam apresentar narrativas intensas e envolventes, centradas em personagens que enfrentam conflitos pessoais profundos e relações complexas, muitas vezes em universos paranormais ou com elementos de fantasia. O catálogo sugere um foco recorrente em histórias de shifters, vampiros, e outras criaturas sobrenaturais, onde a descoberta do amor, a superação de traumas e a luta por aceitação são temas frequentes. O tom varia entre o dramático e o romântico, com ritmo que alterna entre a tensão crescente e momentos de conexão emocional íntima. Muitas obras exploram dinâmicas de poder e pertencimento dentro de comunidades fechadas, como matilhas ou coalizões, criando um clima de mistério e urgência.
