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Nós, que amamos a revolução

Título: Nós, que amamos a revolução

Autor: Antunes Américo

Sinopse: No final dos anos 1970, o país começava sua longa trajetória para a redemocratização. Subitamente, ressurgiu o movimento estudantil que tomou a linha de frente das manifestações contra o Regime Civil-Militar que sufocava o país. Por todo o Brasil, estudantes começaram a fazer greves, manifestações, demonstrações de insatisfação com a política dura dos generais do poder. Esse foi um momento em que a contracultura se juntou à política para acender um estopim de liberdade. Sexo, política, drogas, feminismo – o que antes era tabu passava a ser questionado e testado no dia a dia. As universidades pareciam um balão de ensaio das novas relações e desejos dos jovens. Em Belo Horizonte não foi diferente. Esse romance, escrito pelo jornalista mineiro Américo Antunes, fala desse período fértil de ideais e contestações. “Nós, que amamos a revolução” faz uma referência explícita ao livro de Fernando Gabeira, “Nós que amávamos a revolução”, com uma grande diferença. Se Gabeira colocava seus personagens amargurados e desiludidos pelo passar dos anos, por isso o uso do tempo passado, Américo Antunes coloca as várias vozes do livro no tempo presente, pensando na resistência, orgulhosas de sua atuação política e juventude. Sobre o autor: Jornalista formado pela PUC-MG, Américo Antunes foi repórter nos jornais Diário do Comércio, Diário de Minas e O Globo. Presidiu o Sindicato dos Jornalistas de Minas Gerais e a Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ), atuou em campanhas de preservação do patrimônio cultural e natural. Américo teve presença ativa no Movimento Estudantil e na luta contra a ditadura, tendo sido diretor do DCE da PUC e presidente da União Estadual dos Estudantes de Minas Gerais (UEE-MG). Coordena o projeto Festival de História (fHist).

Contexto da obra

Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Nós, que amamos a revolução”, de Antunes Américo, publicado pela editora Alameda Editorial, em 2016 e com 218 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.

Editora: Alameda Editorial

Páginas: 218

Ano: 2016

Edição:

Linguagem: PORTUGUES

ISBN: 8579394023

ISBN13: 9788579394027

  • Encadernação: BROCHURA
  • Peso (kg): 0,200
  • Altura (cm): 23,00
  • Largura (cm): 16,00
  • Espessura (cm): 1,00

Sobre a editora

Os livros da editora Alameda Editorial convidam a uma imersão em temas históricos, políticos e culturais com abordagens que equilibram rigor acadêmico e acessibilidade. A experiência de leitura é marcada por narrativas que vão do detalhamento documental à análise crítica, muitas vezes com foco em períodos e processos sociopolíticos brasileiros e latino-americanos. As obras exploram tensões entre centro e periferia, entre memória e representação, e entre teoria e prática política, sempre com um olhar atento às dinâmicas sociais e culturais. O catálogo revela um perfil editorial que privilegia textos densos, porém claros, que dialogam com leitores interessados em reflexões profundas sobre história, política, cultura e direitos humanos.

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