
Título: Nossa Senhora de Kibeho
Autor: Immaculée Ilibagiza
Sinopse: “Em Nossa Senhora de Kibeho, Immaculée fala da única maneira que sabe: com franqueza e sem rodeios. Com sua abordagem franca e honesta, que a tantos leitores já cativara, Immaculée mais uma vez escreve de modo magnífico, com verdade e amor, sobre as aparições da Virgem Maria na cidade de Kibeho, que começaram em 1981. Enquanto a leitura corre pelos diferentes relatos dos videntes, é impossível não se deixar ser arrastado, como Immaculée certamente o foi, pelo imenso amor que Nossa Senhora tem por todos e cada um de nós. Sua jornada intensa e pessoal com Maria, a mãe de Deus, antes, durante e depois do genocídio de Ruanda, deixou na alma de Immaculée uma marca indelével de amor para com a Mãe de Deus e para com o dom do rosário. Que as palavras que lhe aguardam neste livro também lhe tragam a paz, o perdão e o amor incondicional de Deus através da luz transcendente de Sua Mãe Santíssima!” (Jim Caviezel).
Contexto da obra
Na área de Religião, livros como este costumam ser lidos em diálogo com tradição, formação e reflexão. “Nossa Senhora de Kibeho”, de Immaculée Ilibagiza, publicado pela editora Ecclesiae, em 2015 e com 224 páginas, integra a categoria Livros de Religião. Esse contexto costuma tornar mais claro o lugar do livro dentro de leituras religiosas mais amplas.
Editora: Ecclesiae
Páginas: 224
Ano: 2015
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8584910018
ISBN13: 9788584910014
Sobre a editora
Os livros da editora Ecclesiae apresentam uma leitura que convida à reflexão profunda sobre a fé cristã, a espiritualidade e a doutrina católica, com foco em temas como a teologia, a vida interior, a liturgia e a tradição da Igreja. A experiência de leitura tende a ser densa e contemplativa, marcada por um tom sério e didático, que privilegia o diálogo entre a razão e a fé. Muitas obras exploram desde a exegese bíblica até a meditação espiritual, passando por análises filosóficas e históricas, o que cria um ambiente de estudo rigoroso e enriquecedor. O catálogo sugere uma predominância de textos que dialogam com o público interessado em aprofundar sua formação religiosa e intelectual, com obras que vão do tratado teológico ao diário espiritual, sempre com um cuidado especial pela fidelidade à tradição e à ortodoxia.
