
Título: Nosso Chão: Do Sagrado ao Profano
Autor: Murillo Marx
Sinopse: A evolução dos espaços urbanos públicos brasileiros, tendo como roteiro o estudo do caso da cidade de São Paulo, é o objeto de análise deste livro de Murillo Marx, ilustrado com fotos de Cristiano Mascaro. A tese sustentada pelo autor é a de que o espaço público no Brasil sofreu um lento processo de secularização, no qual os cânones cederam lugar às leis, e o uso religioso das ruas diminuiu em relação ao uso mundano. Processo semelhante ao vivido em outros países europeus e sul-americanos, aqui teve maiores conseqüências urbanísticas. O conceito, o uso, o âmbito e o trato das ruas, praças e jardins, são os quatro aspectos distintos que o autor elegeu para sua pesquisa, baseada principalmente no acervo da documentação oficial e eclesiástica, além de fontes históricas diversas. O interesse pela evolução das formas de apropriação do solo e a interpretação de suas características arquitetônicas pode contribuir para o maior conhecimento da paisagem urbana do Brasil e subsidiar a elaboração de futuras propostas.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Nosso Chão: Do Sagrado ao Profano”, de Murillo Marx, publicado pela editora EDUSP, em 2003 e com 220 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: EDUSP
Páginas: 220
Ano: 2003
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8531400066
ISBN13: 9788531400063
Sobre a editora
Os livros da editora Edusp oferecem uma experiência de leitura que combina rigor acadêmico e clareza didática, com obras que transitam entre análises detalhadas e abordagens acessíveis. O catálogo privilegia temas ligados às ciências humanas, artes, música, literatura e ciências sociais, apresentando desde estudos históricos e filosóficos até pesquisas interdisciplinares e ensaios críticos. Muitas obras adotam um tom reflexivo e aprofundado, com textos que exploram desde a teoria da arquitetura até a psicanálise aplicada à literatura, passando por correspondências históricas e análises sociológicas. O leitor encontra tanto narrativas densas e analíticas quanto textos que propõem conexões práticas e exemplificações, em formatos que vão do ensaio à coletânea documental.
